sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A energia do triângulo a três tempos!

A energia do triângulo a três tempos!
imgs da net
Aquilo a que chamamos felicidade consiste na harmonia e na serenidade, na consciência de uma finalidade, numa orientação positiva, convencida e decidida do espírito, ou seja na paz da alma. Thomas Mann







Somos essencialmente energia.

(Confirma-o a fórmula de Albert Einstein: Energia = Massa x ( a velocidade da luz no vácuo)2 isto é: a energia é energia é igual à massa, vezes a velocidade da luz no vácuo, elevado ao quadrado.)
O que hoje nos interessa nesta descoberta de Albert Einstein?

É sobretudo constatarmos que não é descabido concluirmos que somos essencialmente energia.

Consequentemente, verificamos que na maior leveza do nosso ser, nos transformamos em luz…

Assim sendo, sabemos que na nossa essência vibramos em três dimensões: Mental. Emocional e espiritual.

Só assim enquanto humanos, assumimos a nossa condição integral.

Se este triângulo se desproporciona a desarmonia reina necessariamente. 
O desequilíbrio instala-se.
 A doença toma forma.

 Percebe-se agora como toda a doença existe primeiro na mente. Depois desenvolve-se na parte mais densa, somatizando-se.
Sentimos no corpo a dor e todos os sintomas que quem sofre muito bem conhece.

Mas voltando à nossa natureza em três dimensões, notamos que sobretudo no Ocidente, a parte mental tenta controlar toda a situação, atrofiando emoções e espiritualidade…

Se a tristeza, a mágoa batem à porta, logo a dimensão mental se apressa a bloquear a dor. 
A travar o fluxo emocional.
“Pára de doer, pois eu não te quero, nem estou com paciência para te suportar”, diz-se para si mesmo no íntimo, comandados pela mente. De imediato se forjam estratégias de fuga.
·     Toma-se uma pílula da felicidade.
·     Dá-se uma volta.
·     Come-se melhor nesse dia.
·     Vai-se às compras.
·      Bebe-se qualquer coisa para afogar a mágoa… Abafar qualquer desconforto emocional.

Se se cruza com alguém que eleva espiritualmente, pensa-se que foi um acaso que não merece ser valorizado. 
Se de repente se intui algo mais espiritual, recriminações saltam logo.
 E diz se para si próprio:
“Estou a ficar beata ou quê? Disparate este meu pensamento.”

E bloqueia-se de imediato, logo à nascença, qualquer apelo do espírito. 
Tudo o que é espiritual não interessa.

Há ainda quem acrescente:
“Não tenho tempo nem paciência para estas coisas. Só acredito no que vejo. Morre o bicho, morre a peçonha. Depois de me cremarem não há mais nada”.

Está instalado o desequilíbrio do ser humano.

A patroa de serviço, a mente, trava. Bloqueia tudo que não seja do seu domínio.

Inventa lindas histórias para se alienarem as emoções. Tudo o que doer é para banir. Negar.

Da parte espiritual nem se fala.

Quando a intuição irrompe com um convite amoroso do Universo. De Deus. Logo se inibe essa saída.
”Lá estou eu a inventar coisas… Mas o que é que se passa comigo? Não estou a ficar boa da cabeça…”

E qual a conclusão a que se chega?

Que é bom ter a noção que apenas quando se vibra igualmente nas três dimensões - mental – emocional e espiritual –
·     se alcança o equilíbrio.
·     Se harmoniza o ser num estado pleno de estabilidade.
·     Se atinge a harmonia e o bem-estar.
·      Se atinge a sensação de plenitude, ao sentir-se inteiro.
·      Feliz!

Vale a pena pensar neste triângulo da harmonia, vibrando igualmente nas três dimensões, não lhe parece?

E lembre-se sempre:
O universo é uma harmonia de contrários. Pitágoras



Lucinda Ferreira  C.ª, 19 de Fevereiro 2016



Sem comentários:

Enviar um comentário