quarta-feira, 1 de novembro de 2017

As fases do Amor

 Fases do Amor
 
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A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade. Sigmund Freud








É necessário estar atento aos defeitos das virtudes.

Muitas pessoas sempre responsáveis, por exigência das situações, e até pela sua propensão para o comando, tais como professores, militares, polícia, progenitores, patrões, etc, usam e abusam do poder. 
Habituam-se a essa tendência para o mando.

Ora se é verdade, que isso pode ser necessário, em certa ocasião das nossas vidas,  há que perceber que em dada altura, o desapego, a flexibilidade, a discrição impõem-se por diversas razões.

Novas posturas se impõem com o passar do tempo. O exercício da autoridade deve dar lugar, ao espaço que o outro carece, para evoluir. 

Viver as suas experiências, o que faz parte do seu desenvolvimento, como o foram de todas as criaturas.

O momento de exercer a direcção da vida dos que nos foram confiados, cessa por respeito pelo seu desenvolvimento e sua autoridade.

Uma nova e diferente maneira de amar se nos impõe.

Isto acontece algumas vezes entre filhos e pais demasiado intervenientes. 
Protectores dos seus “rebentos”, que distraidamente não viram crescer.

Há “pais-galinhas” impondo tardiamente a sua presença extemporânea.
Mães que com filhos, rapazes, se esqueceram de “cortar o cordão umbilical”. 
Dão sugestões. Opiniões em excesso, que são ordens nas suas vidas, acabando por os influenciar subliminar ou directamente. Paralisar e até confundir, “cegando-os” ao confundindo-os no excesso de amor maternal, já fora da validade…

Compram-nos com dinheiro, sem os deixarem livres para assumirem o que lhes é devido.
Chegam a causar problemas familiares graves na dissolução de famílias!

Se analisarmos bem, vemos que todas estas atitudes extemporâneas. Desadequadas. Desequilibradas resultam do facto do progenitor estar fora do seu eixo.
È que …”Das muitas guerras por mim enfrentadas, nunca houve batalha tão difícil quanto vencer a mim mesma. Dilma Costa”
Com tanta preocupação, a pessoa nunca consegue ter descanso. Concentrar se.
Muito menos meditar, imprescindível a todos, no encontro consigo mesmo, no silêncio interno tão precioso, se perdem.

O seu espaço interior está povoado de mil encrencas que vai desencantar, para fugir de si próprio, do esforço que tinha que fazer para se corrigir, no seu íntimo.

Ao fugir, para “ajudar”outros, sente-se bonzinho. Condoído com a sorte do outro.

Puro engano. Quem não se respeita e não se ama, não tem condições para amar, quem quer que seja. Serve-se deles, com a capa da bondade. Vai andando anestesiado, pensando que é mais perfeito que ninguém.

Não se remeter à responsabilidade do seu próprio crescimento interior. (que passa justamente por se retirar do seu papel directivo.)
Seu auto-conhecimento tão urgente. Sobretudo por desconhecer a sua essência e o seu papel, naquele justo momento de balanço e seu crescimento constante, enquanto viver.

O tempo urge. A vida passa num ápice.

O ignorante. Falho de responsabilidade por si próprio, afinal a única pessoa por quem tem que responder sozinha, tem dificuldade em se concentrar em si. Prefere dar ordens, fora do trabalho imprescindível, de se aperfeiçoar e viver a sua vida.

Sem qualquer deficiência ou anormalidade, o filho, adulto, por vezes já com responsabilidades familiares de educação dos filhos, sente-se constrangido. Desautorizado perante o peso que o impede de assumir a sua vida.

Afinal os pais, nesta manobra de diversão, em vez de se ocuparem da reprogramação das suas crenças limitantes. De ajustes, num tempo de mudança, tentando, perceber como funciona o seu mundo interior e tantos outros acertos urgentes eternos, perde tempo com o que já não lhe diz respeito, nas decisões do outro.

Passou o tempo da sua actuação, no exercício do poder!

Ninguém, nem nada pode desviar outrem do seu centro, que é prioritário. O tempo da reflexão Da auto análise. De se ocupar de si mesmo. Da situação de interioridade, ponderação do modo como exerceu a sua função de guia, aos que lhe foram confiados e nada mais. A sua missão foi cumprida. Cessou. O tempo agora não é de angústia, mas de pacificação interna.

Hoje, no seu papel de consultor apenas, nesta fase do Amor, em que se impõe a descrição e o respeito, por mais que doa e custe, ao seu Ego autoritário. “Omnisciente e de decisões indiscutíveis, não pode sentir-se vítima descriminada e infeliz, se for rejeitado .

Sabe o mal que está fazer, aqueles diz tanto amar?

·      Está a retirar lhe a liberdade, na sua evolução.

(Ora confira : John Lennon “É uma falta de responsabilidade esperarmos que alguém faça as coisas por nós.”)

·      Cada um que teve o privilégio de nascer, vem para cumprir o seu desígnio. Se o outro toma o seu lugar, nega lhe a possibilidade de limpar o que era para ele vivenciar.
·      Só a culpa empurra aquele que se atravessa, inconsciente do mal que está a fazer ao outro.
·      Retira lhe todas as possibilidades de ser ele mesmo.
·      Não o deixa ter as suas iniciativas.
·      Não o deixa exercer o seu livre arbítrio.
·      Retira-lhe a sua essência.
·      Rouba lhe a sua luz!

Repare que por não levar as coisas com a seriedade que carecem, prejudica quem diz tanto “amar”…
E pense mais uma vez, que está a fugir de si próprio .
Também está por isso, a  fugir da sua luz!!!

São importantes, descrição e respeito pelo outro e por si mesmo, pois ninguém pode viver senão a sua vida.
Este é o grande segredo e o nó da questão.

Lucinda Ferreira ,1 de Novembro de 2017



quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Transição Planetária

Textos e pretextos
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Transição Planetária


Toda a reforma interior e toda mudança para melhor, dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço.Immanuel Kant




Na transição do Planeta Terra…
Ousadia. Descaramento político atrevido. Padrinhos. Afilhados. Compadres.
Até as pirâmides, da antiga Atlântida, começam a aflorar aos poucos…
Surgem anúncios de novos métodos de cura.

Caminhos comprovados para auto-cura.
Medicinas alternativas ou o simples poder do pensamento, que se impõem pelos resultados “milagrosos”. E gritam por aí, com suas vidas e curas anunciadas, que não se podem esconder mais, nesta época, em que tudo é posto a descoberto.

Há cada vez mais gente que não se cala! Querem partilhar. Querem ajudar! Querem denunciar metodologias agressivas. Interesseiras.

De repente, lembro me de Martin Brofman, Joe Dispenza que se mostram ao mundo. Fazem conferências por todo o lado. Forças opostas, sem argumentos contra tais evidências, que se viram e reviram, sem querer aceitar a realidade que vai tomando forma, de um modo seguro.

E se alguém duvida do que estou a dizer, é só pesquisar. Existe tudo o que digo e muito mais, na internet, bem explicado.
É fácil o acesso a toda a espécie de conhecimentos.

(Sim, porque CONHECIMENTO é outra coisa. Adquire-se a partir dos saberes, mas exige experiência. O tempo é que traz consigo a sabedoria. Aqui, apetece-me referir que a desumanidade a que são votados os mais velhos, ricos em afecto e sabedoria, fala-nos da crueldade. Ingratidão e ignorância dos mais jovens…)

Iminência da extinção da moeda, a que chamam dinheiro e trocam por bites coins.
No avanço criminoso de tanta barbaridade, nunca antes vistas.
No discreto amor que se cruza em tantas pessoas esforçadas no seu aperfeiçoamento. Preocupadas com a mudança. Crescimento espiritual. Ajuda recatada aos mais abandonados. Sofridos.

 Estas pessoas estão por todo o lado. Ainda hoje, No antigo Dolce Vita, Alma,
uma senhora, Dona Eugénia, com delicadeza e prontidão, de saída do seu posto, ajudou alguém bem só em dificuldade, pela simples alegria de ser prestável. Os Anjos são assim… E existem de facto.

Gestos simples que fazem a nova humanidade. O mundo da tal mudança que se exige, sem descuido. Amanhã pode ser tarde.
E se é verdade que se enriquece com coisas no plano material, o coração só enriquece pelo dá.

Somos energia. Um espírito a fazer uma experiência na matéria! Não se esqueça nunca desta realidade!

Quando o espírito voa, o corpo torna-se pó, cinza e nada”.
Então, além de lhe deixar o recado de que nada acontece por acaso,
tudo o que sucede em nossas vidas, tem “água no bico”. Fique atento.
Saiba que todo e qualquer desaire, traz um recado, isto é, sinaliza algo que precisa ser revisto. Corrigido. Mudar. Ser posto no seu lugar.

Questione-se. Sempre!
Tente perguntar a si próprio, aquilo que não está correcto. Mude rapidamente.

Viva o AQUI. O Agora, pois nada mais existe. Ontem já não volta. O futuro não se sabe, se lá estaremos.

Deixo -lhe umas dicas sobre PERDÃO.
Recorde, que guardar ressentimento, é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.

A primeira coisa urgente a arrumar dentro de si, é o perdão consentido.
Perdoe-se a si mesmo por tudo!

O modo como se vê, será a maneira como os outros o vão ver.
Tudo o que mandamos para o Universo, volta para nós.
Perdoe a todos os que o magoaram. Ofenderam. Prejudicaram.

Quando não se perdoa, o não perdão volta para trás,  como depressão. Ódio. Ressentimento. Doença. Miséria. Melancolia, Frustração.

Perdoar a todas as pessoas é o melhor que podemos fazer, por nós mesmos!
Se o não fazemos, seremos os mais prejudicados.

Ter consciência da nossa essência divina. Promover a colaboração e inter-ajuda, em vez da competição. Viver no Amor e abandonar o medo destruidor. Perdoar-se. Aceitar-se, resulta na maneira mais inteligente de viver.
……………………………………………………………………………………………

No meio de tantas emoções, o silêncio é a minha voz!

É como se rodasse, num comboio de alta velocidade e tudo que vejo, parece miragem e ao mesmo tempo, um espada afiada que se espeta no coração, ao passarmos.

Muitos não resistem. Vão partindo. Esperam apenas por nós…
Surpreende-nos a sua ausência entre os vivos. Este e aquele e outro amigo partiram de repente.

De qualquer modo, se somos energia, esta nunca acaba. Antes continuará, embora em outro plano.
irondina lopes
 

Numa nova jornada. Apenas o invólucro, o corpo, é que se desfaz.
Portanto, a maior garantia é trabalhar na nossa evolução e nos encontrarmos noutras dimensões, conforme a vibração alcançada. Daí a sintonia possível, estou certa!

Coimbra, 25 de Outubro 2017

Lucinda Ferreira

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Relações



Relações



As relações não são necessariamente falhadas, nós é que as falhamos. E depois os outros têm inveja do amor. (...) Não são nada solidários connosco quando somos felizes. As pessoas têm imensa inveja da felicidade dos outros. Antunes , António Lobo




Jesus Cristo tinha poucos amigos e muitos admiradores.
Admiradores tão invejosos, que o mataram!

No Outono da vida, a solidão é bem-vinda para o brilho, a alegria e a verdade do relacionamento consigo mesmo, sendo luz e fonte de paz, sem perda de tempo com exterioridades, que pouco ou nada dizem e já nem interessam.

Há quem prefira o barulho. A confusão. Andar sempre de um lado para o outro, na ilusão de ter muitos relacionamentos e isso lhe conceder poder. Juventude. Popularidade.

Ter muitos amigos é não ter nenhum, já dizia  Aristóteles

Nas relações, é difícil ser quem se é. Faz-se um esforço e é-se o que o outro espera da pessoa, deixando a alma abandonada, numa dependência doentia. Cobarde. Pouco esclarecida. Isto para não criar problema. Para agradar. Para ser benquisto. Não ser desmancha-prazeres. Algumas vezes, em troca de vantagens.
Nesta situação, a alma vai minguando. Triste. Desiludida por não se realizar na sua forma mais plena. Madura. Individual.

Quer no casal, quer na relação pais filhos e vice-versa, quer no trabalho, quer entre pseudo amigos, essa manipulação psíquica, por interesses mesquinhos, autoritarismo ou interesses escusos, esconde a verdade mais profunda da criatura, assim anulada. O ser não se vê a si mesmo, nem pode ser visto por ninguém, no seu propósito individual. No que esconde de mais belo.

Há seres que aceitam esse malfadado jogo, pelas razões mais incríveis!
Se não há culpas nesta fraqueza, há responsabilidade, pelo abandono sem respeito por si mesmo, deixando o mais importante do seu ser, o espírito, a alma, pelo caminho.

(Repare que somos um espírito eterno em evolução, habitando um corpo, roupagem terrena. Veja bem, um corpo sem espírito é…CADÁVER!)

No desleixo de se deixar manipular, começa a maior míngua da personalidade. A maior desgraça da existência. A perda da possibilidade de progredir. De crescer.
Não se avança. Não se aproveita a possibilidade incrível, oferecida por amor, para evoluir, até ao fim. Crescer. Ser feliz, ao realizar-se na sua singularidade, levantando-se e elevando o mundo!

A possibilidade de ser alguém cheio de grandeza interior, crescendo pela dávida ao outro. Pela grandeza da criação de novos mundos, que só essa pessoa pode construir. Sem isso fica-se bloqueado.

Nesta consciência, ter a coragem de lutar pela prioridade de ser quem é, obriga a colocar limites aos outros. Aprender a dizer não sei. Não posso. Não quero. Não tenho. E todos os “nãos” que forem necessários.
Investir no auto conhecimento, olhando para dentro de si próprio. Escutar a sua essência. Saber o que se quer da existência. O que se pode. Até onde se quer ir. Respeitar as suas próprias opiniões. Escolhas. Opções. Aprender a ser e a partilhar o que se é, com os outros, num encontro feito de respeito. Alegria. Generosidade.
Tudo isso é imprescindível para se ser!

Não há nada mais gratificante do que o afecto correspondido, nada mais perfeito do que a reciprocidade de gostos e a troca de atenções Cícero , Marcus

Assim, além de se assumir ser quem se é, há que respeitar o outro, para não o esmagar e não lhe fazer aquilo que não queremos para nós.

Só assim, acessamos a essa força oculta. Infinita. Criativa. Antes desconhecida e que hoje sabemos ser a nossa LUZ que nos foi oferecida por amor, no acto da criação. Sem ela, não se vive. Apenas se vegeta.

E termino com: “ Maturidade não é quando se começa a falar de grandes coisas. É quando se começa a entender pequenas coisas”.


25 de Agosto 2017 , Lucinda Ferreira  

terça-feira, 25 de julho de 2017

METAS

 Metas


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·    A nossa mente está dividida em 2 partes: a mente consciente e a inconsciente.
·    A mente inconsciente é a nossa parte mais poderosa. Ela é capaz de coisas terríveis. Incríveis.
·    Ela pode criar doenças ou vencer a mais mortífera que existe. Verdadeiros milagres são operados por ela.
·    Necessitamos ter consciência desta realidade da condição humana, para sermos plenos. Responsáveis e realizadores felizes.
·    Crer e querer efectuar mudanças.
·    Trabalhar para alcanças as suas metas, é a maior vitória pessoal!

Quando a nossa mente relaxa, aceita sugestões de uma forma muito poderosa. Geram-se crenças facilitadoras das maiores alegrias. Curas e as mudanças que desejarmos, em todos os planos, acontecem . Todas as encrencas da vida podem ser removidas, se forem observadas as condições precisas para produzir efeitos desejados.

Veja bem, assim que descobre este segredo, poderá atingir todas as metas, em sua vida. Repare que o sonho é diferente de meta.

O sonho é vago. A meta tem datas de realização precisas.

O relaxamento, estado de tranquilidade e silêncio são a primeira condição básica para entrar em contacto com a sua mente inconsciente.
Entrar em alfa, dá-lhe acesso a esse mundo perigoso e mágico.

Se não for dominado completamente com a sua consciência, retira-lhe o maior poder da sua vida!
 Carregamos uma bomba dentro de nós, sempre pronta a salvar-nos ou…a afundar-nos.

 Quem não acorda para este facto simples, pode pagar caro, com a sua autodestruição ou mesmice de uma vida telecomandada, de doença. Desgraça e fracasso. Mesmo com a própria vida!

Depois de já ter percebido que a 1.ª condição, para dar o passo inicial, é aceder ao subconsciente pelo relaxamento, vem agora a…

 2.ª. – Concentração, prestando atenção a uma coisa de cada vez, como na meditação. Evitando distrair-se de um modo desnecessário e prejudicial,  assim aumenta, o seu auto controlo.

3.ª Usar técnicas de visualização, linguagem preferida da mente, apressa os resultados positivos que se desejam.

4.ª Ter desejo e sentir confiadamente que vai atingir os seus objectivos, que já estão chegando, apressa resultados.

5.ª Evocar e criar situações positivas. Fortes emoções de alegria e prazer, durante o processo de cura, ajuda bastante.

A partir destes pressupostos, é só insistir na gostosa tarefa da conquista.
 A - Visualizar o seu corpo, (olhos fechados) e sem forçar imagens, nada de científico, o mais simples possível, pois para o nosso inconsciente estas são as mais eficazes e significativas.
 Por exemplo, dói-lhe a cabeça. Imagina a dor na sua cabeça que até está a sentir…Em seguida, visualiza a dor a afastar-se como uma nuvem, à medida que expira. Com este acto natural afasta para bem longe a dor. Experimente e veja se consegue. (Não pode querer ser vítima, para chamar a atenção. Tem que desejar mesmo ser o autor responsável da sua vida.).
Outra situação: pedra no rim.
Imaginar, como isso é ofensivo e assim vai ser expulso de imediato, com veemência.
Um tumor maligno:
Imagine e visualize como gotas negras, enquanto o sistema imunitário produz agora mais glóbulos, imaginados como soldados que atacam o tumor assassino e inimigo. Em cada investida, o tumor diminui a agressividade, melhorando até à cura total.
(veja como a oração pode ser eficaz e operante. Percebe?)
Os músculos doloridos podem também ser aliviados. Quando banhados numa luz imaginária, devolvendo assim o estado de saúde desejado.
·    O segredo do êxito rápido é no final desta auto sugestão, ver sempre o resultado final, já conseguido!p pode ser efixcaz e operante. sividade.
·imediato.çor. , tende
·    Algo importante, neste processo, é o facto da imagem ser irrelevante. Até pode ser apenas simbólica. O que importa é que ela pertença ao sistema de crenças que professamos. Só assim se alcançarão os resultados pretendidos. Novas sensações se instalarão definitivamente e a cura, ou qualquer outro propósito serão alcançados!
·    A tal meta está agora satisfeita e o contemplado feliz e grato.
·    Que tal experimentar, caso tenha algo que o incomoda e quer remover…


Lucinda ferreira  Coimbra, 25 de Julho de 2017



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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Olha, que interessante!

Olha, que interessante!






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A mudança é aprender novos caminhos e crescer no tempo certo, é permitir que a vida faça de nós pessoas melhores. (?)



·       Gosta que fujam de si?
·       Que achem que você é um aborrecido/a?
·       Um nervoso/a?
·       Um resmumgão/ona?
·        Um insatisfeito/a?
·       Que pensa que sabe tudo?
·       Que tem sempre razão? 
·       Alguém muito perfeito/a?
Pesamos isto ou aquilo dos outros, mas a auto crítica. Auto observação, fica tudo bem mais difícil.
Pensar que se sabe tudo. Que se tem sempre razão, numa postura de exagerada segurança. Orgulho, torna a sua presença indesejável. A pessoa torna-se desagradável. Não dá prazer estar junto dela. (Tal como juntos dos adeptos da vitimização.)

Certamente já deu por si, resmungando. Criticando. Apontando defeitos aos seus mais próximos – filhos, marido, esposa, amigo, amiga, colegas – tudo isso por julgar que tem a verdade toda.

Ao tentar corrigir os outros, fica-se estagnado. Pára-se no tempo.
È bom questionar-se:  eu o que é que faço também?
Com uma postura humilde, se observar os outros e o mundo, poderá valorizar-se.
Começar por fazer uma lista dos aspectos negativos que lhe apontam. O que desagrada aos outros?

Depois,  observar-se atentamente.…

COMEÇAR A TRABALHAR!

Ver o que tem que mudar. Aprender a ficar, em constante crescimento interior.
(As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças. Charles Darwin)
As pessoas que julgam que podem mudar o mundo, corrigindo o próximo, fazem no com boa intenção, mas muito se enganam.

Todos têm o seu livre arbítrio. As suas manias. Ás vezes por birras, ainda fazem pior, ao sentirem-se pressionados. Dificuldades ou não. Só mudam, quando dentro de si assumem essa mudança!

(Sem pretensão de mudar alguém, sei que só quem estiver no mesmo comprimento de onda, na mesma onda vibratória, se interessará pelo que digo. Somos todos livres.
Seria ingénua pensar, que alguém tem o poder de mudar outrem. Só posso mudar a mim mesma. Ter a certeza que a minha mudança faz toda a diferença, disso tenho a certeza.
Influencio o outro ao meu lado. Ele passa testemunho aos seus mais próximos e assim sucessivamente em cadeia, todos mudam!
Se cada um de nós ficar parado, pensando que a sua mudança não faz diferença, está muito enganado Pensando assim,  ninguém começa e tudo continua igual.
Se  não apanho os excrementos do meu cão, na rua…
Se vou ao parque e deito lixo para o chão…
Se sou arrogante. Não comunico com os outros…A sociedade, o ambiente, o convívio não evoluem!)
…………………………………………………………………………………………Uma mãe de família bem-intencionada, mas um pouco chatinha, não parava de reclamar contra o marido. Filhos, que deixavam toalhas molhadas sobre as camas. Meias espalhadas pelo chão. Livros desarrumados, por todo lado.
Todos os dias era um inferno, numa desarrumação enervante para alguém, que gosta de ver tudo em ordem.

Vinha a tempestade…
Durante anos, sempre nervosa, ralhando, tornara-a frustrada. Azeda. Crítica em relação aos amigos/as. Toda a gente.

Um dia, cansada. Infeliz, porque ninguém ligava aos seus ralhos e apelos. Acusada de rigidez e perseguição, parou.
 Pensou…
- Se me aborrecessem constantemente assim, também não suportaria.
Ora, ter uma família é algo que tanto prezo. Como não tentar mudar a situação?
Vou fazer o teste, durante uma semana…
(A verdade é que as primeiras mudanças são tão lentas que mal se notam, e a gente continua se vendo por dentro como sempre foi, mas de fora os outros reparam.Gabriel Garcia Marquez)
Sobretudo, mudarei a visão deste contexto.
Percebo que, sem engolir sapos vivos, mas mudando de atitude, aqueles pequenos gestos que me irritavam, passarei a tê-los como minha responsabilidade. Assumindo aquelas tarefas, é muito mais fácil do que estar sempre agitada.
Pacientemente farei o que os outros não faziam, por mais que eu barafustasse.
Vi efeitos mais rápidos do que esperava.
O marido começou a policiar-se. Raramente passou a deixar as coisas pelo chão. Os filhos, tendo como exemplo a mãe, começaram a ficar um pouco mais atentos.
Percebi rapidamente que a mudança, dentro de nós, cria uma transformação visível nos outros.

Buscar ser uma pessoa melhor, traz muita satisfação. Tem imensas vantagens. Isso torna-nos pessoas diferentes. Pela lei da atracção, passam a vir até nós, pessoas fantásticas. Tudo muda!

Lindo testemunho…

Começar já a prestar atenção aos reparos dos pais. Amigos. Familiares traz muitas vantagens.
 Veja bem: quando tenta mudar os outros, consideram na uma chata. Se muda a si mesmo, atrai gente boa. Acham - na “uma querida”.
Olha, que interessante...
Então de que é que está à espera?
Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: Amor no coração e sorriso nos lábios. Martin Luther King
 Coimbra, 20 Julho 2017
Lucinda Ferreira



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domingo, 16 de julho de 2017

O Nó da Questão...

O nó da questão
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“Não nasci para competir com os outros, mas para superar a mim mesmo” (?)






Muita gente ainda guarda afirmações assassinas que lhes eram dirigidas, quando crianças:
- Nunca vais fazer nada na vida. Nunca irás longe. Mais tarde me dirás. És mesmo desajeitado. És um burro. …etc… etc…etc
Estes e outros mimos cortaram as asas de muitos homens e mulheres, marcados por registos mutilantes.

Contudo, é possível ultrapassar a situação, quando se tem consciência dessa maldição e se deseja sair dela. Mudar. Decidir o que se quer.

É fundamental que toda a mudança aconteça sempre de dentro para fora. Antes, há que auto questionar-se.

·      Por que será que quero fazer tal coisa? 
 O que me move verdadeiramente?
·      Por que razão, preciso tanto que me aceitem? Me elogiem? Me dêem valor? Me apapariquem, como sendo o melhor? O maior?
·      Por que me sinto só?  Etc.


Se não reflicto sinceramente, perante mim mesma, é provável que continue à espera de reconhecimento. Valorização. Status. Distinção. Da atenção dos outros, a fim de engordar o EGO, numa atitude ilusória. Confrangedora. Castrante, de que não se tem consciência.
 Se nunca mais curo esta dor tão funda da falta de estima, nunca mais me encontro.
- Se eu não gosto de mim, como poderão os outros gostar!..

E como se explica este quadro?

A falta de auto estima inconsciente, vinda detrás, nunca foi trabalhada. É ela que causa comportamentos distorcidos. Viciados.
Andar de rastos. Lutar até à exaustão, para ter uma ampla rede de relacionamentos. Ser muito sociável. Sentir se importante por esse reconhecimento público. Tudo fazer para alcançar a tal satisfação interior, mas isso nunca se conseguirá, de fora para dentro…

Essa dor. Inferioridade camuflada tem que ser tratada de dentro para fora.
Dentro, pode ser no início, um lugar escuro, por termos estado virados para o exterior. Tem que ser aí, o encontro reconstrutor, para alcançar a paz.
 Gostar de si mesmo. Estar bem consigo. Com os outros e com o Deus, seja qual for a ideia que d’Ele tiver.
 Assim, “Deixe o seu sorriso mudar o mundo, mas nunca deixe o mundo mudar o seu sorriso”.(?)

Nada que os outros lhe possam oferecer, pode curar a sua falta de auto estima, causando tanta dor e estragos!

Vindas de fora, serão tentativas vãs, para gostar de si, com auto estima equilibrada. Despretensiosa. Natural.

E como trabalhá-la? Aumentá-la?

De um modo simples, com ideias claras.
A auto estima só cresce, quando somos. Nunca com o fazer. Nem com o ter. Nem tão pouco, depende dos outros. De nada que possam dizer. Fazer. Fornecer!

Tudo isso só trará frustração. Dúvida. Desilusão. O tal pseudo prestígio
 insaciável, numa atitude vaidosa. Ingénua. Eivada de comparações, lá no fundo. Competição. Invejazinha. Narcisismo e outras coisas feias que de nada valem.

 Serão manobras malabaristas do EGO que distancia o ser do que é, no interior. Na essência.

Quanto à metodologia, só o próprio pode trabalhar a subida da sua auto estima, como já vimos.

E se ela não é ter. Nem fazer. Então, como é ser?
Ser é:
·      Parar!
·      Estancar aos poucos, a corrente de pensamentos.
·      Silencioso. Sereno, aceder ao mais fundo do ser.
·      Aceder ao centro do sentimento.
·      Sentir. Sentir. Sentir.
·      Interiorizar. Ter consciência do que se sente.
·      SER será então SENTIR.
·      Nesta coerência pacífica, a auto estima se afirma interiormente, sem abalos exteriores. A segurança nasce do ser mais íntimo, sem necessidade de confirmações exteriores, por vezes até, bajuladoras. Sem consistência.
·      Nestas circunstâncias, a sintonia é um valor bem-vindo, entre seres conscientes desta realidade, que se inter ajudam. Crescem lado a lado.
·      Depois desta consciência. Do hábito criado, como por magia, o amor incondicional jorrará de todos os lados.
·      A existência se tornará algo maravilhoso, fluindo pacífica. Enriquecida pelo que somos e atraímos!
·       “Se você quiser alguém em quem confiar, confie m si mesmo. Quem acredita sempre alcança.”Renato Russo
·       16.julho.17   Lucinda Ferreira