sábado, 10 de janeiro de 2015

Diga não à inveja e ao mexerico!


TEXTOS E PRETEXTOS

DIGA NÃO À INVEJA E AO MEXERICO!
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Do mexerico à maledicência vai apenas um passo, pode até afirmar-se que a maledicência é o sol do mexerico.



O Povo Português tem qualidades e defeitos.
Há duas características que são apanágio da personalidade das gentes resultantes desta mistura de raças que é o Povo Luso.

A inveja é uma delas.
 E nisto se inclui  pex , as críticas acérrimas, nascidas da inveja,  contra alguém que sente.Pensa ou tem crença diferente de de outrem incapaz , que aponta os defeitos do outro , mas que não consegue fazer melhor.

Acho que a inveja é um sentimento tal que não mata, porque não pode, como no atentado contra os jornalistas em Paris, mas tenta corroer. Denegrir. Silenciar pela calúnia, quem pensa. Sente. Acredita diferente. Ou até mesmo por uma questão de sexo de homem machista contra a mulher.

Quem desdenha quer comprar, diz se entre nós.
Quem critica tem a falsa sensação de superar a sua inferioridade na sua maior cegueira , tentando em vão, anular o outro.

Se  faz um comentário construtivo. Se pretende  ajudar, normalmente isso, é feito com delicadeza directamente.
Se ninguém  pede opinião e se isso nada constrói, cale-se!

Talvez isso seja compulsivo. Denote algum distúrbio de personalidade. Há necessidade de despejar o fel, sobre o outro.É doentio.Falta de interesses reais na vida.

Pensa assim mostrar a sua autoridade? A sua superioridade?
Valha-nos Deus.
Esses indivíduos melhor farão, não perder tão mal seu  tempo.
Construir a sua obra.
Serem coerentes e tentar fazer melhor do que alvo criticado. Isso sim, é acção inteligente.
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Para além dessa coisa venenosa. Pegajosa, a inveja, há também aquele gostinho mórbido de levar os Recados. As novidades.
 Partilhar o mexerico em primeira mão.

Pior do que “a mulher do soalheiro”…
E fica-se um tempo imenso , a “a roer na pele do outro”.


A *intriga aparenta intimidade, mas é um falso laço, nascido no facto de se querer parecer perfeito aos olhos do confidente enquanto se deseja diminuir o outro.
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Um dia um homem aproximou-se do antigo filósofo Sócrates para partilhar um mexerico.

Ao aperceber-se do facto, o sábio Sócrates perguntou:
·      - Tem mesmo a certeza que isso que vai contar, é verdade?
·      - É algo de bom?
·      - È útil perder tempo com isso?
Bem , se não é verdade . Bom  ou útil, por que razão falar nisso ?

O rei Salomão também afirmava que “o intrigante separa os amigos”

Se contas um segredo teu, pensa primeiro:
“não reveles o teu problema a outrém, para que não te desonre o que o ouvir”, Provérbios.

Kevin Miller
Acrescenta algo sobre esta matéria , fazendo refletir quem tem esse hábito.
·      Quando fala do outro, isso ajuda? Oferece disciplina. Correcção? Resolve o problema?
·      Fala com alguém sábio para se auto-analisar  também?  Para ver o que é certo?
·      Essa notícia pode ser partilhada?
 Está a por em perigo alguém?
·      Está a trair a confiança de alguém que confiou em si?
·      Está certa que pode divulgar a sua fonte a fim de ser confirmada?
·      Quando refere esses factos isso dá lhe dor ou pena em seu coração?
·        Já se analisou em áreas semelhantes, na sua própria vida?
·        Sentir-se-ia confortável se alguém dissesse isso mesmo de si ou dos seus?

E depois desta reflexão, mais palavras para quê?

Estejamos atentos a nós mesmos. Cada um de nós  é a única pessoa que se pode mudar.

Quem “não tiver pecado que atire a primeira pedra”.

(Nota-*Intriga: Relato, mentiroso ou verdadeiro, feito para obter alguma vantagem ou para prejudicar alguém )
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