domingo, 6 de abril de 2014

LIMITE

  LIMITE


Tu és o Sol

Eu sou a Lua

Só não sou tua

O fogo que no peito trago

È todo teu

Só não és meu

E nisto de ter e não ter

Não o sei o que fazer

Se fora de ti já não sei ser.
Coimbra, 6 .4.14
                                                                                            Lucinda Ferreira

2 comentários:

  1. Olá Luci Querida

    Acedi ao blog e faço alguma abordagem a dois dos poemas

    1- Nos "limites" desse ser, onde cabe tanto amor? Lindo, tocante, quem fica imparcial perante esta luz ?

    2- Sinfonia triste - é um belo poema com conteúdo nostálgico. Dar-se a si mesmo é amar o próximo como a si mesmo, desinteressadamente .

    Obrigada. Beijinhos

    Neusa

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  2. Maria Teresa Pimenta, Graça Dimas, Amanda Soares e 3 outras pessoas gostam disto.

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