quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Um caso de amor...

DESPERTAR
Um caso de amor !




Durante cem anos muitas coisas acontecem…
Até se atravessam dois séculos: o vinte e o vinte e um, como no presente caso.


No princípio era o Verbo. Aqui no início já existia a escrita. A imprensa, mas a internet e seus derivados surgiram há pouco tempo para facilitar o desenvolvimento em todas as vertentes deste semanário, O DESPERTAR.

No entanto a força do querer.
A solidariedade. O ideal.
O desejo de bem fazer.
O ganhar a vida trazendo algo de bom aos vizinhos e aos que afastados recebem notícias da sua terra, nasceu na mente e no coração do fundador JOÃO HENRIQUES, em 2 de Março de 1917 .Nessa altura terá saido o primeiro número do Jornal, O Despertar.

E cadeia prolongou-se através dos seus continuadores que souberam imprimir fielmente o espírito aos colaboradores e àqueles que apenas por amor e pelo prazer de comunicar, vêm enriquecendo gratuitamente e sem desânimo, este jornal centenário!

E o mais interessante é que o tempo varre a existência de alguns dos que serviram apenas por entrega e dedicação, mas logo surgem outros elementos para intervirem no mesmo espírito.

Continua-se assim, numa equipa segura, uma cruzada tecida com palavras amigas. Incentivadoras. Saudosas. Válidas para a construção de um mundo melhor.
Do mesmo modo os responsáveis do jornal, O DESPERTAR, são talhados nos mesmos moldes de bem servir!

Assim toda a equipa avança com esperança. Dedicação e saberes diversos, enriquecendo um semanário que estou certa nunca morrerá!
O fogo vai continuar a ser passado de mão em mão como o foi até aqui, pois a alma do jornal mantém-se no mais importante.

 As diversas matérias dos artigos de opinião e a atenção prestada ao mundo coimbrão pela responsável pelo jornal, Zilda Monteiro, fazem deste agente informativo algo sempre novo e actual.

Quem conhece o jornal, O Despertar, continua a distingui-lo. Apoiando-o com carinho como um amigo que sabem que ele é, sempre trabalhando para melhor servir e amar os seus leitores.

E tudo fica em aberto.
Ao celebrar um aniversário, mesmo de um jornal, este terá os anos que lhe restam, porque os quase cem anos de idade já passaram. Já não existem! De facto, tal como diz Rosaura Gomes, Fazer aniversário é olhar para trás com gratidão e para frente com fé!

Lucinda Ferreira (colaboradora há quase 40 anos)...25.2.16.

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