quinta-feira, 29 de abril de 2010

A Arca de Noé do século XXI







Caros amigos, partilho convosco algo que acho interessante.
Talvez muitos de vós já saibam , mas talvez outros ainda não conheçam, tal como eu só agora soube.
Fica então este artigo e tb o pedido que leiam o comentário do Gonçalo que não conheço , mas que deixou uma ideia interessante , como comentário ao meu blog, ontem, dia 28 de Abril 201o , ao falar do Orfeon de Seia .
Saudaçoes amigas



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A Arca do Fim do Mundo do século XXI…





“VIVEMOS TODOS EM TREVAS, PORÉM OS QUE SABEM ALIMENTAR A ESPERANÇA, SÃO OS CAPAZES DE LEVANTAR OS OLHOS PARA VER AS ESTRELAS “
Oscar Wilde


No tempo em que vivemos, parece que tudo está em risco, até mesmo as plantas…
Pode desaparecer o homem, mas as plantas vão ser preservadas para que haja o que houver, elas possam de novo renascer e povoar o Planeta de flores e frutos docinhos e apetitosos.
E depois se os seres que surgirem, não forem seres como nós, hão - de deslumbrar-se com tanta beleza e maravilhas de Deus, que nós nem sequer reparamos hoje, que temos tanta e tanta variedade linda e abundante.
Então o homem, para assegurar o repovoamento do Planeta, no caso de uma catástrofe, de um desastre ecológico, seja por causas naturais ou pela acção do homem, constrói a grande Arca de Noé, um enorme armazém que contém amostras de plantas necessárias para que se reinicie a conquista da Terra, pelos vindouros!
Um grande cofre guarda amostras de 100 milhões de sementes.
No total, a arca receberá mais de 100 milhões de sementes, procedentes de todas as partes do mundo!
Armazenadas nas profundidades de uma montanha árctica, empacotadas em alumínio, rodeadas por muros de um metro de largura, as sementinhas adormecidas guardam o segredo da vida das plantas mais variadas.
Cada na amostra é guardada em pacotes com três capas de alumínio, fechados de forma hermética, para garantia absoluta da sua conservação nas melhores condições possíveis.
A Svalbard International Seed Vault (SISV) também conhecida como a “Arca do Fim do Mundo” está desenhada para guardar todas as diferentes variedades das sementes conhecidas pelo Homem.
Foi construída essa arca em Longyearbyen, um pequeno lugar mineiro na ilha de Spitsbergen , pertencente ao arquipélago norueguês de Svalbard, a uns 1000km do Pólo Norte.
O lugar foi escolhido pela sua estabilidade sísmica e por estar escavado num solo permanentemente gelado do território árctico, facilitando assim com mais segurança, a conservação.
A arca árctica fica encravada dentro de uma montanha congelada, com um túnel de 125 metros de profundidade, escavado na rocha.
Este longo corredor dá acesso aos três armazéns de abastecimento.
O interior do corredor foi reforçado com uma estrutura circular de aço, desenhada para evitar o perigo de qualquer colapso, devido à erosão da montanha, onde se encontra a Arca.
No final do corredor, encontra-se a sala de controle, onde os técnicos da Arca procedem ao registo das amostras de sementes que vão chegando de todos os países do mundo.
A classificação de cada amostra regista a espécie, procedência e idade.
As amostras assim conservadas cuidadosamente em “caixas negras”, só serão postas em circulação, no caso de todas as fontes de sementes do Planeta terem sido destruídas ou esgotadas.
A conservação das sementes na Arca será um serviço gratuito.
Os países que enviarem as suas amostras, continuarão a ser sempre os seus proprietários. Todos eles poderão recorrer a cópias de reposição que se encontram conservadas no cofre árctico, sempre que uma variedade desapareça do seu ambiente natural.
Todas as informações completam um banco de dados, cujo conteúdo pode ser consultado na Web, pela comunidade científica.
A entrada da Arca apresenta um desenho futurista, concedido por um artista norueguês, Dyveke Sanne .
A frontaria é de espelhos metálicos que reflectem o sol durante o dia e brilham na obscuridade da noite.
Junto à porta, encontram-se compressores cuja função é refrescar o interior da Arca.
Inclusivamente, dizem os cientistas, mesmo que todos os sistemas de refrigeração falhassem, a temperatura na montanha, devido ao “permafrost” ( capa de gelo perpétuo da região,) resolveria o problema.
A construção desta Arca de Noé da Nova Era, nesta ilha da Noruega onde foi depositado o cofre, tem como objectivo combater especialmente os efeitos apocalípticos de mudanças climáticas e ou, a ocorrência de uma catástrofe global proveniente de uma guerra nuclear.
A segurança das instalações passa por uma porta blindada e um muro divisório, contando ainda com a presença de autoridades norueguesas.
Os responsáveis evocam o local das instalações de difícil acesso, os invernos muito frios e rigorosos, os bancos de gelo circundantes e ainda a ferocidade dos ursos polares como segurança adicional…
O norueguês Westergen explica:
“ O nosso objectivo é conservar aqui uma cópia de segurança de sementes de todo o planeta. Assim, frente a uma catástrofe de origem natural ou humana, a biodiversidade das culturas estará a salvo. A Arca representa uma estratégia crucial para garantir o futuro das culturas que nos alimentam a todos.”
E depois deste curto relato de algo tão importante, fica a informação e o motivo de reflexão de vária ordem…

1 comentário:

  1. Leiam o comentario do Gonçalo ao meu blog do dia 28 p.p. Ele faz um convite interessante Obrigada Gonçalo ,mas nesse dia tenho já o encontro das nminhas colegas do Colegio e sou eu quem organizo
    Diga sp ,pq quero mt ir
    Mt obrigada
    Lucinda

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