segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Hoje, encontrei uma amiga que nunca esqueci!


Foi de facto uma alegria, encontrar a minha amiga, Dr.ª ROSA COUTINHO!


Já me tinha valido num hospital público, o que nunca esquecerei.


Rosa Coutinho desde o primeiro momento, que me chamou a atenção.

Acho que sintonizámos facilmente.

O conhecimento exerce sobre ela a mesma sedução, do que para mim.

O cuidado, a delicadeza e o coração que põe no que faz , diferencia-a de muitos prestadores de serviço na saúde.


Ainda há tempos, pude observar atitudes diferentes...

Por acaso, passou-se comigo,mas passava-se com todos os doentes.


Estava uma técnica a atender-me.

Entrou um jovem médico, que nem sequer disse boa tarde.

Entretanto começou a falar com a técnica, combinando n...coisas do seu interesse, como se ali não estivesse ninguém!

Achei que era uma falta de educação a todos os níveis, de consideração por quem estava a ser atendida, por quem chegara primeiro e a quem devia pedir licença para falar com a técnica que estava em serviço, quando ele entrou.


Fez me lembrar uma vez, há muitos anos , quando o meu Pai foi ao médico e se esqueceu de fechar a porta.

O médico repreendeu-o duramente.

Então o meu pai respondeu:

- Mas a senhora enfermeira não é quem fecha a porta?

O médico respondeu:

-A enfermeira está aqui para me servir , não é para servir os doentes (...)


Hoje também me pergunto:

Como pode o médico exercer a sua missão, a sua profissão, se não tiver doentes?

Os doentes querem ser gratos e gostar do seu médico pelo seu saber, mas também pelo seu trato delicado.


Havia um filme muito interessante - O Senhor doutor - de Mário Moreno, o Cantinflas.

Justamente a relação médico doente era tão importante nesse filme que era meia cura.

E é verdade.

Conheci o saudoso e grande Homem e Médico, DOUTOR JOSÉ LOPES CAVALHEIRO que também era assim.

Que o sejam estes miúdos médicos que deixam tanto a desejar.

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