Nota:
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Obrigada por respeitar o meu trabalho.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Relance - Gente da minha vida...O beijo
Textos e Pretextos
Relance – Gente da minha vida…
img net
Relance – O beijo!
Ele era elegante.
Simpático. Charmoso.
Era um dos participantes
de um concurso de Golf, integrado num grupo Escocês, soube-se depois…
Anualmente, aqui se
reuniam figuras marcantes, dos mais variados países.
Realizava-se num local
distinto, o encontro final, rematado por um elegante baile.
Ela era uma mulher
considerada interessante. Simples. Sensível. Culta e inteligente.
Quis o acaso, que naquele
momento estivesse naquele ambiente. Fora a convite de alguém amigo, que
habitualmente se enquadrava naquele mundo.
Entrou. Sentaram-se a uma
mesa. Discretamente, estava contudo atenta ao que se passava.
Entraram muitas pessoas,
ligadas ao concorrido evento com honras nacionais.
A certa altura, entrou
alguém diferente. Especial. Trazendo em si, segredos de estrelas. Roteiros de
caminhos não andados…
Mal se olharam, entre o
homem elegante e a personagem sentada à mesa, houve qualquer coisa inexplicável
que ficou no ar… Despoletou-se uma energia estranha. Nova. Agradável para
ambos. Uma faísca que atraía aqueles dois seres, sem se perceber a razão.
A tal coisa: o coração
tem razões que a razão desconhece.
Os olhares, cruzados
naquele primeiro flash, iluminaram todo o salão. Encandearam-se. Ligados sem
apelo, furavam todos os presentes, como um raio invisível, só ele conhecendo o
seu destino último, mas nunca mais parou!
A orquestra lançou no ar
os primeiros acordes. O cavalheiro, deixou os amigos. Atravessou a sala. Veio
convidar a senhora para dançar.
Embora sendo um
desconhecido, como podia ela declinar tal convite, se dentro do seu coração
ardia a mesma chama que o fizera chegar até ela?
Ambos tremiam. Aperceberam-se
disso os dois Não precisavam falar. Sentiam-se mutuamente. O corpo por vezes,
trai o que não se quer deixar transparecer...
O festejo no seu grupo, a
comemoração da vitória e do encontro, passava pela partilha de bebidas e
aperitivos. O cavalheiro convidou a senhora a para sua mesa, a fim de
participar da sua alegria e dos amigos. Comungar da sua vitória. Não falaram
muito, pois não era necessário. Havia delicadeza. Uma magia estranha e
particular naquele encontro inesperado. Sentiam um contentamento desconhecido em
estar juntos.
Dançaram de novo. Um
enlevo prazeroso, como se fora o remate de uma longa relação, feita de coisas
simples e verdadeiras, estava presente.
Por fim, veio o anúncio
do comandante do clube, lembrando que o avião de partida era muito cedo,
naquela madrugada. Tinham que descansar um pouco da jornada, pois fora um dia
pleno de surpresas. Urgia partir.
O cavalheiro gentil tinha
de ir embora!
De repente, meio tímido,
meio ousado, na emergência que se viera desenhando interiormente, naquele curto
espaço de tempo, pregou um beijo de fogo (…), na boca da senhora!
Fugiu de imediato para o
elevador, como quem se defende, para não ficar preso em terra…
O perigo iminente era enorme
(…).
Mas…se no seu país, a sua
família e os companheiros, o aguardavam no aeroporto, cheios de alegria pela
sua chegada, para comemorarem o triunfo e ele não podia faltar, o que poderia
fazer?
A vida é feita de chegadas
e partidas…
Recordei neste momento, a despedida dos amantes, no final do filme. Um parte no comboio, outro fica em terra... Tem a sua família à espera...Obra de Boris Pasternac, O Doutor Jivago..Lembram-se?
Recordei neste momento, a despedida dos amantes, no final do filme. Um parte no comboio, outro fica em terra... Tem a sua família à espera...Obra de Boris Pasternac, O Doutor Jivago..Lembram-se?
Lucinda Ferreira
5 de Agosto 16
Relance...Gente da minha vida!
Textos e pretextos
RELANCE…
“ O sucesso não vem quando tentamos
ser perfeitos. Ele acontece quando tentamos ser melhores”
Relance é uma pincelada rápida, como o espaço exige.
Pessoas que cruzei na minha vida. Impressionaram-me. Umas, por que sim. Outras,
por que não…
Recordo hoje, alguém cuja mãe, única responsável pelo seu menino para quem
trabalhava honesta e incansável, (…), não entendia. Não conseguia sequer acompanhar
as capacidades do filho.
Mas a professora do ensino primário, como aliás eram quase todas na época,
estava atenta. Reparou, que estava perante alguém que poderia ir muito longe.
Falou com a mãe, que coitada, nada adiantou. Que fazer sozinha, em tempos tão
difíceis? Ganhar para que o essencial não lhe faltasse. A comidinha era o que
conseguia, pois muitas crianças nem isso tinham.
Mas Aquele que dá a inteligência. Guia os nossos passos, tomou conta daquele
ser que viria a ser um grande Professor!
…………………………………………………………………………………………………………
Começou por se evidenciar, no modo como apreendia de imediato, as noções ministradas.
Então a professora de matemática, chamou o para o seu lado.
Ele era o seu ajudante de eleição. O seu assistente. Poupava-lhe muito
trabalho. Os colegas mais lentos e com algumas dificuldades, beneficiavam com
essa ajuda, naturalmente. A ele, o jovem mestre, dava-lhe segurança e gosto
pelo trabalho, o que era uma grande riqueza, que alguns meninos bem nascidos,
nunca conheceram o sabor do entusiasmo e da alegria de ser vencedor com o seu
esforço.
E assim continuou sem nunca parar.
Era bom em tudo! Licenciou-se num curso de Letras, na Universidade de
Coimbra.
Teve cargos e participações diversas, em funções variadas, cuja missão era
partilhar o saber.
Hoje, já avô e cordato marido, teve um outro privilégio…
Iniciou-se na Pintura, como autodidacta. Descobriu, na sua simplicidade e
discrição, que é capaz de fazer maravilhas. O retrato é a sua especialidade.
E como a arte fala da abundância do mundo interior do artista, deu vida a
um trabalho ousado: o retrato de JESUS CRISTO!
Tenho a sorte de possuir uma cópia desse quadro. Toca-me de tal maneira,
que todas as noites, antes de adormecer, o olho com o amor que me inspira o Retratado,
intenso e profundo. E...Deixo sempre um pensamento de admiração e gratidão para
o artista.
Obrigada ao casal que muito estimo…
Feliz aquele que atravessou a vida ajudando o seu
semelhante, que não conheceu o medo e se manteve alheio à agressividade e ao
ressentimento! É dessa madeira que são esculpidas as figuras ideais, que
consolam a Humanidade nas situações de sofrimento que ela própria criou.
Einstein , Albert
Lucinda Ferreira
5 de Agosto de 2016...(Fotos da minha autoria)
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
"Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma"…
TEXTOS E PRETEXTOS
"Nada se perde, nada se cria, tudo se
transforma"…
Grande verdade esta afirmação, aplicável em todos os campos, a começar pela
nossa vida nas suas diferentes facetas.
Contudo,
estar muito adiantado no tempo, é perigoso!
Por
estas e por outras (…), há 219 anos, alguém foi guilhotinado com 50 anos de
idade, embora por toda a transformação que
causou na ciência, tivesse sido chamado de o"pai da química moderna".
Exactamente
Antoine Laurent Lavoisier, nascido em 26
de Agosto de 1743, em Paris, filho de um próspero advogado. Ao contrário do que
se esperava, passou a vida, contrariando o pensamento vindo da Antiguidade e
fundamentando as suas experiências, que infelizmente não convenceram o seu
executor.
“Cientistas de toda a Europa enviaram uma petição para que
Lavoisier fosse poupado, mas o presidente do tribunal, Jean-Baptiste Coffinhal,
recusou e proferiu uma frase que ficou marcada nos livros de história: "A
França não precisa de cientistas."Em 8 de Maio de 1794, aos 50 anos,
Lavoisier foi condenado por traição e perdeu a cabeça na guilhotina. Seu corpo
foi jogado em uma vala comum.”
Esta
introdução serve para dizer que talvez a originalidade deste meu texto não seja
tão evidente assim, mas pela pertinência do seu alcance, arrisco e aí vai.
Só pela
reflexão, crescemos interiormente!
E
como as férias normalmente são em no mês de Agosto (… para quem tem a sorte de
trabalhar, pois há muito boa gente que não tem trabalho e está sempre de
férias), fica para o irem lendo e relendo este texto, se assim entenderem por
bem...
Foi
algo que descobri e que partilho convosco.
Há muita boa gente que,
embora adultos, ainda morre de medo por tudo e por nada. Quando eram crianças
não foram poupadas aos maiores sustos e ameaças. “Olha que se não comes tudo, o
velho do saco, leva-te!”, Os guardas e os polícias vão te levar, se não fazes
isto ou aquilo”. “Quando passarem os ciganos, eles levam te com eles para muito
longe”. “Se tornas a dizer isso, ponho-te pimenta na língua”. E punham mesmo ou
então como lhes diziam “Levas um enxerto de porrada” que as crianças até se
urinavam todas, como acontecia ao Tojó, na minha escola primária, quando o "sarrafo" vermelho trabalhava demais, por ali à volta. As crianças eram “amorosamente”
rotulados de “burros”, “estúpidos” …”Nunca hás-de ser nada na vida”. E não eram
mesmo. Ficavam marcados até ao caixão…
Daí, que ainda hoje,
inconscientemente, haja reacções de medo perante certas circunstâncias da vida.
Veja com alguém deu a
“volta ao texto” e saiu em beleza, transformando as areias em pérolas. Talvez
valha a pena reflectir. Experimentar.
Será que algo do que vem a
seguir, tem a ver consigo?
· “Eu tinha medo de ficar só…Até que aprendi que a única pessoa
que estará comigo em todos os momentos da minha vida, sou eu mesma”.
Na realidade, nascemos sozinhos. Morremos sozinhos. Não há
cunhas. Nem arranjos. Nem fantasias. Nem vigarice alguma a que os espertos
possam recorrer. A igualdade é total na condição humana. Ninguém escapa. Ricos.
Pobres. Lindos. Feios. Bons. Maus. Mulheres. Homens. Jovens. Idosos. Todos!
· “Temia mudanças…Até que percebi que as
mudanças pelas quais tem que passar uma bela borboleta, antes de poder voar”.
Foi aquela lagarta feia, como uma minhoca, que permitiu que surgisse
o belo insecto de asas coloridas que voa no céu imenso, espalhando beleza e
encanto. (“A borboleta
é considerada o símbolo da transformação. Entre outros, simboliza felicidade, beleza, inconstância, efemeridade da
natureza. (…) Os estágios desse insecto (lagarta, crisálida e borboleta) significam
respectivamente vida, morte).
·
“Temia a escuridão…Até que aprendi
e entendi, a importância de uma pequena estrela.”
Por vezes sonhamos. Aspiramos, Esperamos toda a vida
por algo grandioso que nunca chegou, nem vai chegar! Foi isso que impediu de
ver pequenas grandes coisas, super valiosas que desprezámos. Portanto na
escuridão da caminhada, o brilho de uma “pequena estrela” é precioso. Pode
anular o medo do “escuro” da vida. É preciso descobrir. Estar atento à sua
“estrela”…
·
“Temia ser ferido nos meus sentimentos…Até que
aprendi que ninguém me feria sem minha permissão.”
Aí está. A baixa auto estima. A dependência
emocional dos outros. O querer agradar para ser aceite, por insegurança. O
estar fora do seu eixo, descentrado. O estar virado para fora, em vez de saber
que é dentro de si, que estão todas as soluções. A falta de investimento no
auto conhecimento e outras atitudes referidas em artigos meus anteriores,
explicam receios infundados, a banir com urgência.
· “Temia ficar velho…Até que compreendi que posso ganhar sabedoria
em cada dia.”
Apesar de estarmos numa época cruel para os “maiores” (em
espanhol, designação para idosos), todos beneficiam, ainda que não o queiram
reconhecer, dessa Sabedoria feita de
experiência, Sofrimento, para além dos saberes. Sabedoria, diferente de
conhecimentos, é privilégio de quem já viveu muitos sois. É só ler a frase em
epígrafe, de Lavoisier...
· “Temia o ridículo…Até que aprendi a rir de mim mesmo.
Com uma educação rígida. Conceitos mal formulados que inculcam
medo. Culpa. Ansiedade. Preocupação. Excesso de perfeccionismo, tornam a vida
um inferno para nós sobretudo, e para os outros. Cultivar o humor. A graça. A
leveza. Fazer um pequeno esforço para não levar muito a sério todas as coisas, é preciso. Não falo em
irresponsabilidade nem inconsciência, bem entendido.
· “Temia as perdas e a morte…Até que percebi que as perdas não
representam o fim, mas o início de um novo ciclo.”
Em crianças, os mais velhos, nas aldeias, recordam certamente
como o episódio da morte era valorizado. Muito temido. Sabemos muito pouco de
tudo o que é mais importante. O mistério assusta cada um de nós. Há muitas
teorias sobre esta passagem, mas só quando a experienciarmos, poderemos saber
como é. No entanto, como todos sem excepção, a qualquer momento, podemos ser
chamados, a garantia maior é semear o bem e estar em paz com Deus. Consigo
mesmo. Com os outros, se possível e aguardar tranquilos com serenidade. O
contrário de que adianta?
· "Temia ficar só…Até que aprendi a gostar de mim mesmo."
Pode-se estar só na multidão. Estar só, acompanhado é muito
vulgar. E pode-se ser muito feliz, estando sozinho, se gostarmos da nossa
companhia. Contava-se que havia alguém que olhava para o espelho e dizia:” E
olha que tu também me saíste uma boa rês”.Assim não dá. Não é egoísmo nem
narcisismo, mas procurar conhecer-se melhor. Ter consigo mesmo um caso de amor,
em que o respeito e a criança interior são tidos em conta, é necessário. Quem
não se ama, nunca pode amar outro.
· “Temia fracassar… Até que perceber que o único fracasso é desistir”.
Quando não conseguimos alcançar os objectivos, percebemos mais
tarde que isso não era o melhor. A lição, essa guarda-se. Quando se fecha uma
porta, abre-se uma janela. O que não mata, fortalece! Pode-se ter um belo
navio, mas não saber para onde ir, não leva a viagem alguma…
· “Temia o que as pessoas poderiam pensar de mim… Até que percebi que o que conta realmente, é o que eu penso de
mim mesmo com consciência. Lucidez e humildade”.
As pessoas julgam com aquilo que são. Desconhecem o essencial
que só o próprio conhece. Gostos não se discutem e ainda há as afinidades
inexplicáveis. Cada cabeça cada sentença e isenção no julgamento é rara. Há
muitos factores que influenciam esse acto, tingido de invejas. Preconceitos. Competição.
É verdade que há pessoas que se crêem santas e as maiores; e outros que são carrascos
para si próprios. Tudo isto são desvios a ter em conta.
· “Temia ser rejeitado…Até que descobri que devia ter fé em mim, pois sou o meu melhor
companheiro”.
Aquele que nunca me abandona, sou eu mesmo. Se eu não me acusar
a mim mesmo, que mais temerei. Tenho que ser fiel ao meu ideal? Isso sim!
· “Temia a dor...Até que percebi que o
sofrimento só me ajuda a crescer e afasta de mim a arrogância”.
Custa?
Sim sem dúvida. Mas quem é que não tem contrariedades? Dor? Seja ela de que
natureza for? É por isso que a eutanásia não tem qualquer cabimento.
·
“Temia
a verdade… Até que descobri que a verdade é um espelho quebrado em mil
pedacinhos. Ninguém é dono da verdade, pois não tem mais do que um caco dela.”
Olhe, houve Alguém muito especial, Esse sim, que disse: “Eu sou a verdade e a vida”. E está tudo dito!
................................................................................................................................................
(Também penso
como Fernando Pessoa, quando diz: ”Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar
um autor da própria história. É saber falar de si mesmo. É não ter medo dos próprios
sentimentos” .
E ainda como S. Freud: "A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade.” Sigmund Freud
E ainda como S. Freud: "A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade.” Sigmund Freud
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Saúde, sim ou não? Eis a questão.
TEXTOS E PRETEXTOS
Saúde, sim ou
não? Eis a questão?
Apesar da vida humana não ter preço, agimos sempre como se certas coisas
superassem o valor da vida humana. Antoine de Saint-Exupéry
Há mais de 2000 anos, que
fomos avisados, que tudo o que for feito escondido, um dia virá à luz do dia e todos
verão o que fora camuflado!
Felizmente os tempos são
de mudança!
Muitas coisas tidas em
segredo, hoje são do domínio público e é bom que assim seja.
Lobos com pele de
cordeiro despem as vestes na rua.
As máscaras caem. Os
autoritarismos saem caros por vezes…
Se é verdade que quem não
tiver pecado que atire a primeira pedra, há campos em que cada falcatrua pode
valer a vida de um inocente. Aqui, pelo menos, as pessoas têm que estar alertadas…
Já várias vezes abordei
ao de leve, este assunto. Quem lê os meus artigos com atenção, deve estar
recordado. O livro que estou a terminar também aborda esta problemática…
Este tema mexe comigo,
porque já sofri e sofro as consequências para o resto da minha vida, de equívocos ligados à minha saúde, que me obrigam a tomar medicação, até ao resto dos meus dias,
naturalmente com efeitos secundários (...).
O texto que me chegou às mãos, aborda algo que é gravíssimo.
O título do texto
chamou-me a atenção: “Prémio Nobel da
Medicina faz uma denúncia alarmante! Todos devemos conhecer!
1.
Pela credibilidade
de Richard J. Roberts, MÉDICO!!!! Distinguido pelo Prémio Nobel!!!!
2.
Pelo facto
deste assunto dizer respeito a TODOS sem excepção!
3.
Por se tratar
da coisa mais sagrada da nossa vida: a SAÚDE!!!
4. O sumário do artigo diz”Richard J. Robert denuncia
a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista,
preferindo os benefícios económicos à Saúde,
e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável
quanto à cronicidade.”
Depois deste sumário acho que não será preciso dizer mais nada! Apenas
investigar por si mesmo. Procurar o desenvolvimento da notícia…
Se pesquisar no Google, com este título supra citado, descobre todo o
desenvolvimento da noticia, com pontos fundamentais que arrepia o mais insensível…
Para quem não tem acesso ao Google e não lida ainda com estas novas
tecnologias, transcrevo alguns pontos importantes…
“…empresas farmacêuticas, USA, gastam centenas de milhões de dólares por
ano em pagamento a médicos que promovem os seus medicamentos (…)Richard
J.Roberts diz que os medicamentos que curam não são rentáveis(????!!!!) e,
portanto não são desenvolvidos(…) Em troca desenvolvem medicamentos
codificadores que sejam consumidos de forma serializada”!!!!! (...)”alguns
medicamentos que podiam curar uma doença, não sejam investigados” (…)…até que
ponto é válido e ético que a industria da Saúde se reja pelos mesmos valores e
princípios que o mercado capitalista que chega a assemelhar-se ao da máfia”.(
…)…o que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as
pessoas”…
·
Aqui é que
reside a grande questão que tem que ser ultrapassada! …
” falar sobre a nossa Saúde e as
nossa vidas e s dos nosso filhos e as de milhões de seres humanos..”…”investigadores
dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que
teriam acabado completamente com uma doença…”mas
não puderam avançar porque não era rentável e o negócio ia-se abaixo…
·
E o mais
grave…
“pararam
de investigar porque as industrias farmacêuticas não estão interessadas em
curar as pessoas, mas em sacar-lhes o
dinheiro e, por isso, a investigação de repente, é desviada para a
investigação de medicamentos que não curam tonalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação”
·
E eu
acrescentava: Por que razão, aqui na Europa, compramos um suplemento comprovadamente
eficaz e nunca no –lo deixam chegar as nossas mãos? Podemos ficar curados, será
isso?!...E inventam-se historias estranhas, dizendo que é para defesa do consumidor…
·
Será mesmo isto a verdade?
Já não sei nada…Mas
sinto me muito triste, com todas estas realidades, já que “ O verdadeiro valor
da vida, é dar valor a própria vida”HC.
Talvez Valdeci Alves Nogueira tenha razão, para desgraça
de todos nós, quando diz: O homem pode se tornar o seu próprio abismo quando,
por opção, renuncia aos valores humanos e morais: e, em consequência, de tudo o
que ele se apodera, transforma em destruição.
C.ª 14.7.16
Lucinda Ferreira
8
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Ser leproso ou mágico?
Ser leproso ou mágico?
Preciso
despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras.
Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem... Alberto Caeiro
Tudo o que existe tem
como função única, reprogramar o Universo!
Como é que isso tem a ver
comigo? Com a minha responsabilidade maior, ao estar vivo?
É o que vamos ver…
·
As emoções novas são algo exclusivo, que
nos farão mudar radicalmente a nossa vida! “Toda felicidade é construída por emoções secretas”M.M.
E como é que isso acontece?
·
É através de emoções novas que reprogramamos o nosso
cérebro!
·
É o cérebro que reprograma as células…
·
Por sua vez,
as células reprogramam os nossos órgãos.
·
Os órgãos reprogramam o nosso corpo.
·
E daqui se
parte para reprogramarmos a nossa vida!
·
Por sua vez, influencia a vida de quem está perto de
nós…
·
Daí, se
estende à CIDADE. Aos locais que atravessamos.
·
E é assim que
se reprograma o aspecto energético
do Mundo!
Anthony Robbins também diz: “Assuma o controle das suas emoções mais consistentes e comece consciente
e deliberadamente a remodelar a sua experiência diária de vida”.
* Como leprosos ou mágicos, conforme a nossa evolução e escolha, carregamos
em nós a escuridão ou a luz que depois espalhamos ao nosso redor, até ao
infinito!
* Além disso, já reparou como se constrói a doença? A saúde? A cura? O
milagre?
Vamos então ver como
podemos mudar a nossa vida. Os outros. O
Universo.
·
Fora do nosso interior, os incentivos
energéticos são passageiros, por mais que se faça ou possua. Ter um
belíssimo carro. Uma casa fantástica num lugar de eleição. Viagens de sonho ao
fim do mundo. Sair-lhe o totoloto e ter muito dinheiro. Sei lá, tudo o que
possuir ou fizer exterior ao ser interior que se é realmente, funciona como um
balão de oxigénio. De sol de pouca dura que deixa sempre um sabor a pouco. Às
vezes é tão pouco, que tendo tudo, a pessoa desiste de viver. E parece que o
suicídio aumenta nos países mais ricos…
E por que razão?
·
Vive-se uma
nova experiência emocional, é certo.
Mas…
·
O sistema energético ao percepcionar que vem aí, de fora, a mudança…
·
O ser começa
a sentir-se inseguro. Ter medo. Ansiedade. Fica preocupado.
Rapidamente
retoma. Exige a velha energia. E… volta tudo ao princípio. Ao registo antigo.
É o
sistema de crenças que activa o sistema de defesa, no seu mais alto grau!
·
Compreende-se agora, como é que a frequência
vibratória não se eleva, através de algo vindo de fora, ao temer-se a perda!
Vamos imaginar agora que tudo se
passa dentro s de nós. Lentamente o ser
vai descobrindo, como dentro de si mesmo, tem tudo o que precisa
para ser!
Vai conquistando novas realizações.
Façanhas
entusiasmantes.
Vão-se desenvolvendo as potencialidades que emergem por
existirem desde sempre em nós.
Vai-se percebendo qual é o nosso papel na Obra
da Criação.
Conhecer a nossa missão é a maior fonte de alegria que ninguém nos
pode roubar! Que não se troca por ilusões, nem riqueza alguma pode pagar.
Ao apostar
no auto-conhecimento. Descobrir o júbilo nascido nas coisas simples. Grandes
aventuras e descobertas vêm até nós, nas maravilhas contempladas no silêncio e
no estudo.
·
Aí se alcança
uma nova síntese. Uma nova forma de ver as coisas.
·
Depois
acreditamos nessa recente forma de encarar a vida.
·
Incorpora-se
essa outra força de ser e estar, no nosso sistema energético e no sistema de
raciocínio. Processa-se o encadeamento, atrás já apontado.
·
Começa-se a
vibrar nessa nova frequência.
·
Reprograma-se
o Universo!
…E como tudo que vive .Tudo
o que existe, tem como função única reprogramar o Universo, alcançamos a harmonia.
A paz. A felicidade!
Estamos onde temos que
estar, de acordo com a nossa essência.
Cada um de nós é irrepetível. Sem
clonagem possível, pois sabemos que o Criador nos ama com um amor eterno e
perfeito. Isso amplia as nossas certezas. A nossa segurança!
Então não perca mais tempo. Lute para ser quem é!
…Um mágico
que semeia a luz. A paz e amor, com as suas palavras. Gestos e pensamentos.
·
Cultive as tais emoções
novas, tecidas e descobertas dentro de si, onde grandes tesouros o aguardam
desde sempre, para desabrochar!
Coimbra, 16.6.16
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Quem quer ser feliz?
Quem quer ser feliz?

Imgs net

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Quem quer ser
feliz?
·
Das minhas
leituras. Pesquisas e da minha experiência de caminhada, surgiu esta reflexão.
·
Como estamos
num tempo de mudança, aquele que tiver mais , seja o que for , deve partilhar
com o outro, porque somos um todo.
·
Quando passo
o meu testemunho, fico livre da responsabilidade de partilha. Passo a bola ao leitor. Depois de ter lido o texto, o
leitor não será o mesma pessoa, nem que não se aperceba disso. Fará com a informação
o que quiser…
·
Pode simplesmente
não ligar. Pode ler mais do que uma vez ou pode levar a sério e fazer algo por
si próprio. Pela sua felicidade!
´ É como diz a Palavra de Deus: a Palavra pode cair entre espinhos. Entre pedras ou cair em bom terreno e dar muitos frutos! Isso é da responsabilidade de quem se apodera da mensagem.
´ É como diz a Palavra de Deus: a Palavra pode cair entre espinhos. Entre pedras ou cair em bom terreno e dar muitos frutos! Isso é da responsabilidade de quem se apodera da mensagem.
O que tenho para lhe dizer,
é que há atitudes e crenças, que temos que mandar embora, se queremos ser felizes. Evoluir!
Pode
até querer mudar. Acreditar nessa possibilidade, mas se continuar com os mesmos padrões de comportamento. Crenças, não tem condições para avançar!
"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de
felicidade".
Vale a pena lutra para ser feliz!
A mesmice já conhece. Algo novo poderá trazer grandes surpresas, para seu bem! "!Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho". Thich Nhat Hanh
A mesmice já conhece. Algo novo poderá trazer grandes surpresas, para seu bem! "!Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho". Thich Nhat Hanh
·
O modo como
nos interpretamos a nós mesmos e à realidade circundante, vai determinar a vida
que estamos a viver agora, e o nosso futuro imediato.
Por
exemplo, se tem uma baixa auto-estima. Se pensa que não se tem qualquer valor,
os pensamentos nascerão nesta linha, até mesmo inconscientemente. Isto irá condicionar o ser e o estar. “Um dos princípios mais poderosos na dinâmica da
realidade é o princípio quântico do observador”.
·
Conclui-se então, que não basta querer mudar, nem acreditar que é possível construir outra
realidade, se não abandonar algumas crenças
e atitudes, com urgência.
E quais serão algumas delas?
1- Tem
que deixar de buscar aprovação constante dos outros para se sentir confortável.
Esta limitação
impede-o de ser quem você é, com as suas potencialidades desabrochando. Tente
conhecer-se melhor. Vire-se para dentro de si mesmo. Supere essa necessidade doentia
de agradar. José Ortega y Gasset “costumava dizer: “Yo soy yo y mi
circunstancia, y si no la salvo a ella no me salvo yo.” (Eu sou eu e as minhas circunstâncias …). Mais nada!
O fluxo livre da espontaneidade não tem espaço para se manifestar e isso é a sua
maior riqueza! È a sua individualidade, com os seus dons e qualidades. A essência
de cada um nunca se repete noutra criatura.
Ao libertar-se dos outros, descobrirá o poder de ser você, o que é verdadeiramente salvador!
Ao libertar-se dos outros, descobrirá o poder de ser você, o que é verdadeiramente salvador!
2 -Sentir-se
sempre a vítima de serviço, é castrador e terrível!
Os outros
são sempre os culpados da sua infelicidade. A sua espada está sempre apontada
para os outros. Acha-se um pobre infeliz. Um coitado, sujeito
às investidas. Não se conhece. Não se conhece para o bem. Nem para o mal a corrigir. Sente que
é muito bonzinho. Não merece o que lhe fazem… Nada assume. Olha para os outros,
em vez de se preocupar com a sua evolução. É uma pobre vítima que assim se
julga.
Esta é uma
das crenças mais limitantes! Demitir-se do seu próprio poder. A vítima nunca assume
nada. Acredita que não tem poder. Será, porque isso dá trabalho? Exige atenção?
Esforço para viver e ter personalidade? Assumir quem é com responsabilidade?
O mundo
só existe para si, porque o leitor está presente. Cada um de nós é o observador
do Universo.
Só
quando assumimos a responsabilidade pela
realidade (colhemos o que semeamos), temos o poder de a mudar! Já sabe o que tem a fazer…
3 - É necessário abandonar a crença arreigada de que a
vida é uma luta!
É algo cultural e familiar, que nos foi
transmitido a muitos, e que é necessário mudar.
É erróneo ter que lutar sempre. Será
que a vida é um campo de batalha, cheia de competição? Inveja? Preocupação
constante? Ansiedades?
Se não muda e se torna colaborador. Atento. Organizado.
Equilibrado, o que lhe acontece vai acabar por justificar a sua interpretação do mundo.
Entra num círculo e nunca sai do mesmo. É essa a sua aspiração?
4- Deixar de querer ser o que os outros
esperam que seja
Era o que mais faltava, ser um
autómato. Um fantoche que é apenas afinal o que os outros querem que seja. Vive como uma
marioneta. Enfraquece. Perde-se a sua própria luz. É esse o seu objectivo?
É normal entrar em depressão, porque deixa de ser quem é, sem saber para onde deve e tem que ir. Para onde a vida , com seus dons particulares, o espera, nunca lá chegará!
Ninguém existe para suprir as expectativas dos outros.
Existimos para fazer da vida uma permanente descoberta apaixonante e cheia de emoção! Nascemos para revelarmos o nosso potencial particular, ao mundo! Será que isso não o encherá de alegria?
É normal entrar em depressão, porque deixa de ser quem é, sem saber para onde deve e tem que ir. Para onde a vida , com seus dons particulares, o espera, nunca lá chegará!
Ninguém existe para suprir as expectativas dos outros.
Existimos para fazer da vida uma permanente descoberta apaixonante e cheia de emoção! Nascemos para revelarmos o nosso potencial particular, ao mundo! Será que isso não o encherá de alegria?
5- Deixe a dependência emocional,
se quer mudar a agulha da sua vida. Ser feliz
A “muleta”só pode ser usada excepcionalmente,
num período curtíssimo, em caso de extrema necessidade.
Depender é estar à mercê emocional de
outra pessoa. “Ai o meu médico diz…Ele é que sabe…Ai é? E não quer saber nada
do que passa no seu ser? Gosta dessa dependência? E não é do só do médico que depende. É da
maioria dos outros que espera o aval emocional. Já reparou que vive sob a ameaça, o medo permanente de perder esse ganho emocional? Gosta de ser prisioneiro? Se
nascemos livres, como é que somos nós, a arranjar grilhões para nos aprisionar?
A vida para acontecer em todo o seu
esplendor, precisa de liberdade criativa! De que é que está à espera?
6 - Para finalizar, não tem que se levar a vida tão a sério…
Não é dizer que seja irresponsável,
mas levar a vida com mais leveza. Todos os dias que acorda, agradecer o milagre
de estar vivo. Encher-se de alegria e contar tudo o que a vida sempre lhe oferece.
Nem que seja o facto de poder respirar. Se não tem tudo o que ama, ame tudo o
que tem! A vida breve é uma ponte entre depois mundos. De uma beleza e
fragilidade incríveis! Há que desfrutar da existência, enquanto podemos, apreciando
as coisas simples. De repente, já não estamos neste plano. O apego exagerado só
estraga a possibilidade de ser feliz…
Nascemos sem nada e partiremos sem nada.
Isto não é só para os outros. Páre para pensar bem: isto é par mim e para si!
E pronto. Se gostou, ainda bem. Faça
alguma coisa por si e seja feliz!
Não existe um caminho
para a felicidade. A felicidade é o caminho. Thich
Nhat Hanh
Lucinda Ferreira
Coimbra,
10 de Junho de 2016
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