domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
outro comentario de uma prestigiada jornalista...
Bom dia D. Lucinda,
Já recebi o texto.
Já recebi o texto.
Francamente gostei, até porque é um tema em que muitos de nós nos revemos e que retrata a nossa realidade. claro que nem todos os médicos são assim, felizmente a grande maioria.
beijinhos,
zilda
beijinhos,
zilda
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Comentario ao artigo "A minha ida ao médico"
Assim sente a Graça...
Olá Lucinda
Li sim, está uma blogueira fantástica, continue a sementeira, nunca sabemos em que terra cairá a semente.
Um grande beijinho
Maria da Graça
Li sim, está uma blogueira fantástica, continue a sementeira, nunca sabemos em que terra cairá a semente.
Um grande beijinho
Maria da Graça
Outro comentario da Ana , ligada à Saude...
Boa tarde Dra. Lucinda!
Realmente, há coisas que acontecem no nosso sistema de saúde que são inadmissíveis.
Mas, se formos a vêr não é só este sistema, são todos e tudo.
Neste, mundo que está a ser um caus, é dificil de se ter esperança numa vida melhor.
Eu não concordo com muitas coisas que acontecem.
Mas, temos de confiar em Deus e não perder mesmo a esperança que é a única coisa que nos resta.
Eu tento não pensar e não me lembrar dessas coisas tristes. O que é dificíl. Tento pensar que há pessoas que ainda estão pior do que eu, o que também acaba por fazer-me intrisecer.
Quanto ao trabalho nos hospitais e daquilo que conheço, muitas pessoas tentam fazer o melhor que podem e sacrificam-se pelos doentes e pelo amor à camisola. Tentam resolver problemas com o coração e conseguem que muitas pessoas fiquem bem. Mas infelizmente ainda há pessoas que não tem essa sorte e também pessoas que não querem entender nada, que vem sempre com as suas pressas, discutem por tudo e por nada, criam mau ambiente nos serviços....
Isto também é um problema para quem trabalha e que causa também às vezes insussesso por parte dos profissionais.
Tendo esperança e acreditando que existem muitos profissionais que trabalham bem e são conscientes e humanos, faz com quwe o meu coração fiqyue confortável.
É tudo, por agora.
Cumprimentos
Ana
Realmente, há coisas que acontecem no nosso sistema de saúde que são inadmissíveis.
Mas, se formos a vêr não é só este sistema, são todos e tudo.
Neste, mundo que está a ser um caus, é dificil de se ter esperança numa vida melhor.
Eu não concordo com muitas coisas que acontecem.
Mas, temos de confiar em Deus e não perder mesmo a esperança que é a única coisa que nos resta.
Eu tento não pensar e não me lembrar dessas coisas tristes. O que é dificíl. Tento pensar que há pessoas que ainda estão pior do que eu, o que também acaba por fazer-me intrisecer.
Quanto ao trabalho nos hospitais e daquilo que conheço, muitas pessoas tentam fazer o melhor que podem e sacrificam-se pelos doentes e pelo amor à camisola. Tentam resolver problemas com o coração e conseguem que muitas pessoas fiquem bem. Mas infelizmente ainda há pessoas que não tem essa sorte e também pessoas que não querem entender nada, que vem sempre com as suas pressas, discutem por tudo e por nada, criam mau ambiente nos serviços....
Isto também é um problema para quem trabalha e que causa também às vezes insussesso por parte dos profissionais.
Tendo esperança e acreditando que existem muitos profissionais que trabalham bem e são conscientes e humanos, faz com quwe o meu coração fiqyue confortável.
É tudo, por agora.
Cumprimentos
Ana
terça-feira, 8 de março de 2011
Obrigada Ana Ferreira pelo comentario
Gostei imenso deste texto porque fala de questões particularmente importantes. Chama a atensão de coisas que são importantes para a nossa boa sobrevivência nesta terra. Ter objectivos na vida já deixou de ser para mim o mais importante, mas, fez-me pensar que talvez tenha que repensar o meu modo de vida.
Na minha situação, já estudei para ter a profissão de que gosto muito. Tenho a minha vida estabilizada, mas a minha situação financeira não dá para grandes estravagâncias como investir o meu dinheiro em divertimentos caros (como viajar muito, ir frequentemente ao cinema e ao teatro, investir na beleza corporal com plásticas e cirurgias e, investir na saúde como fazer o desporto mais desejado...). Se eu podesse, faria isto tudo e muito mais e, pensaria também nos mais desfavorecidos.
Como não posso, tento ocupar o meu tempo a fazer algumas coisas de que gosto e me fazem estar entretida. No fundo parece-me que não é uma vida muito regrada mas, para a minha saúde e bem estar parece-me o suficiente para estar bem. Faço coisas que não obriguem ao investimento muito grande. Mas também tenho consciência que me podia ocupar a fazer outras coisas, para me sentir ainda melhor e mais útil aos outros. Por isso repensar os meus objectivos.
Este texto tem apenas 3 páginas e para mim é o ideal, mais do que isso já começo a dispersar-me e não consigo lêr tudo até ao fim.
Por hoje, é tudo.
Obrigada por também me dar atenção.
Cumprimentos.
Ana
Na minha situação, já estudei para ter a profissão de que gosto muito. Tenho a minha vida estabilizada, mas a minha situação financeira não dá para grandes estravagâncias como investir o meu dinheiro em divertimentos caros (como viajar muito, ir frequentemente ao cinema e ao teatro, investir na beleza corporal com plásticas e cirurgias e, investir na saúde como fazer o desporto mais desejado...). Se eu podesse, faria isto tudo e muito mais e, pensaria também nos mais desfavorecidos.
Como não posso, tento ocupar o meu tempo a fazer algumas coisas de que gosto e me fazem estar entretida. No fundo parece-me que não é uma vida muito regrada mas, para a minha saúde e bem estar parece-me o suficiente para estar bem. Faço coisas que não obriguem ao investimento muito grande. Mas também tenho consciência que me podia ocupar a fazer outras coisas, para me sentir ainda melhor e mais útil aos outros. Por isso repensar os meus objectivos.
Este texto tem apenas 3 páginas e para mim é o ideal, mais do que isso já começo a dispersar-me e não consigo lêr tudo até ao fim.
Por hoje, é tudo.
Obrigada por também me dar atenção.
Cumprimentos.
Ana
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Ventos de mudança...
Os ventos da mudança
“Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos”Eduardo Galeano
“Só a tomada de consciência permite encarar a realidade para mudá-la” Anthony de Melo
“A dor é a origem do conhecimento” Simone Weil
Somos um espírito que nunca morre, a fazer uma experiência num corpo corruptível e mutável.
Não viemos a este Planeta Terra para sermos importantes, ter muitos bens, muito dinheiro, sermos famosos, ou para qualquer outro propósito passageiro e ilusório.
Estamos aqui para termos cada vez mais alargada a consciência da nossa missão e para a cumprir.
Uma missão que conduz sempre à paz interior, ao bem-estar do próprio e dos que o rodeiam, com uma sensação de realização e de felicidade, mesmo nos momentos menos fáceis.
“Só a tomada de consciência permite encarar a realidade para mudá-la” Anthony de Melo
“A dor é a origem do conhecimento” Simone Weil
Somos um espírito que nunca morre, a fazer uma experiência num corpo corruptível e mutável.
Não viemos a este Planeta Terra para sermos importantes, ter muitos bens, muito dinheiro, sermos famosos, ou para qualquer outro propósito passageiro e ilusório.
Estamos aqui para termos cada vez mais alargada a consciência da nossa missão e para a cumprir.
Uma missão que conduz sempre à paz interior, ao bem-estar do próprio e dos que o rodeiam, com uma sensação de realização e de felicidade, mesmo nos momentos menos fáceis.
Naturalmente que para cada um de nós, pobre ou rico por nascimento, nem tudo serão rosas e facilidades, mas sabe-se que tudo contribui para um bem maior.
Cada indivíduo, mais tarde ou mais cedo, tem sempre que se confrontar com a dor, o sofrimento, a alegria, o bem e o mal. Não podemos ignorar que tudo é dual. Tudo tem as duas faces.
È nessa dualidade que o ser se confronta no mais profundo de si mesmo, nas suas opções, em cada segundo da sua existência.
È certo que cada um verá, interpretará e vivenciará a realidade, conforme as suas camadas de sobrevivência para evitar a dor e o sofrimento, ao longo da sua existência .
E todos diferimos uns dos outros.
Uns terão uma visão do mundo filtrada pelos seus medos. Outros também e outros talvez não.
Cada um vê a realidade à sua maneira, o que não está certo nem errado. Só é mau, é quando se pensa que somos os únicos a possuir a razão toda.
Se acreditássemos em reencarnações, diríamos que íamos acumulando ou descartando densidade, conforme o nível de consciência e a coerência com a mesma.
Cada indivíduo, mais tarde ou mais cedo, tem sempre que se confrontar com a dor, o sofrimento, a alegria, o bem e o mal. Não podemos ignorar que tudo é dual. Tudo tem as duas faces.
È nessa dualidade que o ser se confronta no mais profundo de si mesmo, nas suas opções, em cada segundo da sua existência.
È certo que cada um verá, interpretará e vivenciará a realidade, conforme as suas camadas de sobrevivência para evitar a dor e o sofrimento, ao longo da sua existência .
E todos diferimos uns dos outros.
Uns terão uma visão do mundo filtrada pelos seus medos. Outros também e outros talvez não.
Cada um vê a realidade à sua maneira, o que não está certo nem errado. Só é mau, é quando se pensa que somos os únicos a possuir a razão toda.
Se acreditássemos em reencarnações, diríamos que íamos acumulando ou descartando densidade, conforme o nível de consciência e a coerência com a mesma.
Naturalmente que a evolução em liberdade, é o objectivo final da criação.
Alguns evoluirão. Outros regredirão para aprenderem lições que precisam experienciar.
Se dermos uma vista de olhos pelo passado da Humanidade, reparamos como o ser humano tem feito descobertas que os seus antepassados nem sequer poderiam imaginar.
Albert Einstein ao constatar que somos essencialmente energia , revolucionou as nossas percepções. Tudo!
A visão do mundo já não pode ser a mesma, depois desta constatação.
Assim uma realidade fantástica, subtil e mutável fica dependente do nosso alargamento de consciência.
Percebemos desde logo, que o nosso corpo, a matéria mais densa do nosso ser, está interligado e absolutamente sujeito aos pensamentos que o habitam.
Deste modo, o que pensamos e atravessa o nosso espírito em cada segundo da nossa existência, cria a nossa saúde ou doença. O equilíbrio ou desequilíbrio. A nossa realidade.
Indo mais longe, ao aperceber-se do modo como a energia circula em cada ser, o Homem pode mudar a realidade.
Onde há doença, pode restabelecer-se a saúde, pela mudança do padrão de pensamento, após ter identificado a causa primeira daquela somatização.
Onde há doença, pode restabelecer-se a saúde, pela mudança do padrão de pensamento, após ter identificado a causa primeira daquela somatização.
Potencialmente, o homem é curador. È criador.
Para isso basta aperceber-se:
1.Do funcionamento do seu ser no mais profundo de si mesmo e como as emoções bloqueadas, os pensamentos, a negatividade e outras situações(…) provocam o desequilíbrio lentamente. A doença.
2.Querer e tentar ir o mais longe possível, na sua busca .
3.Implicar-se inteiramente na mudança, através de comportamentos adequados .
4.Crer que a cura é possível.
Que os “milagres”acontecem…e se possível, acreditar inclusivamente que a Deus nada é impossível.
Para isso basta aperceber-se:
1.Do funcionamento do seu ser no mais profundo de si mesmo e como as emoções bloqueadas, os pensamentos, a negatividade e outras situações(…) provocam o desequilíbrio lentamente. A doença.
2.Querer e tentar ir o mais longe possível, na sua busca .
3.Implicar-se inteiramente na mudança, através de comportamentos adequados .
4.Crer que a cura é possível.
Que os “milagres”acontecem…e se possível, acreditar inclusivamente que a Deus nada é impossível.
Aperceber-se que de cada vez que sente uma dor, desconforto, doença que surge no corpo, terá que parar e interrogar-se sobre o seu significado.
O que será que está a funcionar mal no momento ou que vem funcionando mal, na minha vida, no meu pensamento, na minha consciência ?
(Aliás o principio da acupunctura é mesmo baseado nesta realidade: o bloqueamento da energia é o responsável pelo aparecimento da doença.).
O que será que tenho que mudar com urgência?
O que será que tem que ser reorganizado?
E já agora deixo lhe uma pista, provada cientificamente: rezar, cura!
E mais , não tenha ilusões que o ressentimento, a raiva, a ganância, o orgulho, a inveja, o ciúme e tudo o que é negativo e habita o espírito humano, causa dor , sofrimento, doença , em primeiro lugar a quem alberga estes sentimentos.
Se acha que estou enganada, ainda não acordou!
Amanhã já pode ser muito tarde.
Quanto mais lixo acumular na sua vida, dentro de si, mais terá de sofrer…
A sabedoria antiga já dizia: quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que o paga.
..e o cantor António Variações também recordou esta verdade, não foi?
Então de que é que está è espera?
E mais lhe digo, conforme também afirmou Roger Von Oech:
Quando novas informações surgem e as circunstâncias mudam, já não é possível resolver problemas com as soluções de ontem…
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
A minha ida ao médico...para chorar...
A minha ida ao médico
Muitos dos leitores ainda devem estar recordados, daquela brincadeira que o saudoso Raul Solnado dizia com tanta graça, a partir da sua ida ao médico.
È bem mais agradável falar de situações de humor do que de …desamor… ou de negro humor.
Muitos dos leitores ainda devem estar recordados, daquela brincadeira que o saudoso Raul Solnado dizia com tanta graça, a partir da sua ida ao médico.
È bem mais agradável falar de situações de humor do que de …desamor… ou de negro humor.
Também não vale a pena falar por falar, se não for para dar sugestões ou para mudar para melhor, o que não está de todo bem, à partida.
Desta vez é mesmo o triste o que tenho para testemunhar.
Desta vez é mesmo o triste o que tenho para testemunhar.
Não quero reforçar mais a loucura de todo o sistema.de saúde e não só….
Será que alguém ouve o que se diz e que nos dói?
Antes de mais, é preciso ter muita saúde para se ir aos HUC.
Se for ao Hospital dos Covões, é um pouco diferente.
Más instalações, mas atendimento humanizado, pelo menos tem acontecido assim comigo.
No antigo H.U.C., onde trabalhei enquanto estudava na Universidade, éramos uma grande família e todos nos conhecíamos e amparávamos!
Nos HUC, actualmente, começa pelo stress terrível de não se poder estacionar, sem se ficar a pensar que entretanto a polícia já multou ou levou o carro.
Se ao menos os transportes funcionassem de um modo diferente…talvez se resolvesse um pouco esta situação.
Quando não se pode andar e não há condições para ir de autocarro que fica muito longe, só se tiver muito dinheiro para andar sempre der táxi, é que se resolve a situação.
Finalmente chega-se aos HUC às 8h e 30m da manhã, para se ser atendido, com alguma sorte, perto das 13h ou mais.
As filas são enormes em todo o lado. A sala de doentes está a abarrotar de tal modo, que só respirar aquele ambiente, ouvir gente que fala...fala e não diz nada, os telemóveis todos a tocarem, sentir-se comprimida sem espaço entre tanta gente, dá quase para desmaiar, ficar com os nervos em franja.
Não se aguenta mesmo, durante tanto tempo!
As filas são enormes em todo o lado. A sala de doentes está a abarrotar de tal modo, que só respirar aquele ambiente, ouvir gente que fala...fala e não diz nada, os telemóveis todos a tocarem, sentir-se comprimida sem espaço entre tanta gente, dá quase para desmaiar, ficar com os nervos em franja.
Não se aguenta mesmo, durante tanto tempo!
Entretanto, os médicos super stressados, dizendo que entraram às 8horas da manhã, comentam em voz alta, uns para os outros frente aos doentes, que estão “pelos cabelos”, etc...etc…
Desabafava também uma outra clínica que se enervara sem porque não encontraram lugar para o carro. Que só as senhoras secretárias … têm lugar assegurado para estacionar…etc….
Outra senhora conta que foi à urgência, porque não estava bem e depois de ter sofrido todos estas limitações, diz que o médico a mandou embora , porque ela não tinha nada.
Pouco tempo depois teve que ser operada de urgência…
Pouco tempo depois teve que ser operada de urgência…
Outra pessoa comenta que antes tinha vergonha de ser Português, mas agora sente NOJO!
Que o que alguns médicos querem, é que se morra e ou que se vá ao seu consultório pagar a consulta.
Que o que alguns médicos querem, é que se morra e ou que se vá ao seu consultório pagar a consulta.
A mim, há tempos uma clínica dizia-me “o hospital é para os pobres”.
Paula Brito e Costa saberia responder muito bem.
Nem tive palavras para responder de estupefacta que fiquei.
Paula Brito e Costa saberia responder muito bem.
Nem tive palavras para responder de estupefacta que fiquei.
Bom, mas a última consulta foi demais.
Ainda não tinha entrado no gabinete, depois de ter ouvido chamar o meu nome, quando o médico com voz de poucos amigos, agressivo, me dizia que me ia dar alta já!
Que não me via.
Pedi brandamente e meio assustada, depois de uma longa e difícil espera, que por favor me deixasse falar.
A questão é que me enganara no dia da consulta que estava marcada para 17 de Fevereiro e eu fora, dia 17 de Janeiro.
Ainda não tinha entrado no gabinete, depois de ter ouvido chamar o meu nome, quando o médico com voz de poucos amigos, agressivo, me dizia que me ia dar alta já!
Que não me via.
Pedi brandamente e meio assustada, depois de uma longa e difícil espera, que por favor me deixasse falar.
A questão é que me enganara no dia da consulta que estava marcada para 17 de Fevereiro e eu fora, dia 17 de Janeiro.
Nesse dia, um médico que já cuidara da minha mãe e me conhecia, perguntou me o que estava ali a fazer.
Diferente desta atitude que hoje enfrentara, esse médico por gentileza, atendeu-me um pouco à pressa, referindo que deveria vir então à consulta no dia em que estava marcada.
Diferente desta atitude que hoje enfrentara, esse médico por gentileza, atendeu-me um pouco à pressa, referindo que deveria vir então à consulta no dia em que estava marcada.
Assim fiz, mas parece que era melhor não ter vindo…para não dar trabalho ao clínico que contrariado, inclusivamente ao ver me até o meu nome trocou na receita que me passou, referindo sempre que eu estava boa e que me ia já dar alta…mas dizendo isto como se me estivesse a ralhar…
Quando cheguei à farmácia para comprar os medicamentos, a receita fora passada noutro nome!!!!
Aquele clínico não viu uma pessoa que buscava ajuda, algo de humano para os seus males.
E…. Coitados dos outros que se me seguiram….
Aquele clínico não viu uma pessoa que buscava ajuda, algo de humano para os seus males.
E…. Coitados dos outros que se me seguiram….
Ele viu mais um número que o enfadou, conforme manifestou ainda no corredor e durante o atendimento… e sei lá que mais.
Para completar o cenário, ouvi que um idoso estrangulou sua esposa, doente com Alzheimer, e depois se suicidou em seguida, por falta de assistência e apoio…
Mais…no Hospital de S.João no Porto, não se administram medicamentos aos doentes que correm perigo de vida, porque … não há ordem para se gastar tanto.
A Presidente da Federação das Doenças Raras, Paula Brito e Costa refere que estes doentes correm sério risco de vida e... conta muitas outras coisas dolorosas e cruéis!
Ao que Antonio Arnaut, advogado, pai do Serviço Nacional de Saúde e antigo Ministro, fala sobre “a gravidade da decisão de certos administradores que tratam a saúde como uma mercadoria” e que a sua falta de sensibilidade os levaria a “administrar era uma fábrica de sabonetes”.Acrescenta ainda que “estes actos de desumanidade, atentado à vida, podem configurar um crime, com relevância penal”.
O Bastonário dos Médicos, Professor Doutor Jose Manuel Silva reage também, referindo que as pessoas responsáveis não podem vedar ao doente a possibilidade de receber o medicamento de que necessitam.
Não será o custo da doença que pode ser posto em primeiro lugar, mas a resolução do problema do doente.
Não será o custo da doença que pode ser posto em primeiro lugar, mas a resolução do problema do doente.
Também em Lisboa, no Hospital dos Capuchos, é necessário apresentar o seu documento de IRS para saber se podem pagar o respectivo produto…trezentos euros mês…
Estamos numa situação de ruptura a todos os níveis.
Que será que cada um de nós poderá fazer nestes e noutros casos? Engolir? Refilar? Falar com quem, para melhorar este estado de coisas?…
Francamente não sei onde está a solução…
Se alguém souber, diga-me por favor, porque eu agradeço.
Acho que há pessoas que deviam ter escolhido outra profissão, mas nunca serem médicos…
È mesmo uma vergonha ao que chegámos...
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