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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A precaridade da vida

Nota Nota:
Esta foto tirei-a em S Pedro do Sul . Era 1 cameleira que deixava cair as suas flores, atapetando o chão. Reparei q embora lá abandonada, aquela cameleira era diferente de todas as que já vira antes. Ofereço pra vós esta foto , amigos!

"Monges budistas compartilhando a arte e o ensinamento ao desapego.
Trabalho belíssimo, e que lição!

( A imagem de budistas fazendo uma belissima construção com sal colorido
Lindissimo!
Logo de sequida, destroem tudo...)

É um trabalho impressionante dos monges budistas que fazem as mandalas de sal colorido.
Feitas com o maior cuidado e com a maior dedicação, elas são desmanchadas logo depois de prontas
para demonstrar a transitoriedade das coisas na vida, mesmo que elas exijam o maior esforço.
Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia.

E sempre prontos para começar tudo de novo, se preciso for.

PANTA REI é uma expressão do pensador Heráclito,


que significa TUDO MUDA (tudo flui, nada persiste)


e ele usava como metáfora filosófica a idéia de pisar num rio ,
que um milésimo de segundo depois de pisado,
já não era mais feito da mesma água.
Portanto, o trabalho dos monges fica como lição:
perca o referencial de vez em quando.

Saia de sua zona de conforto. Dê oportunidade ao imprevisível.
Nada é mais certo do que a incerteza.
As coisas têm o valor que nós damos a elas...

A Saúde - A nossa maior dádiva!

A Oração - A solução para os dias atuais com a Terra em transição!


A PAZ - Busque-a na sua Energia Vital, no interior do seu ser!


O Amor - O elo, a razão e o entendimento para tudo!


O Perdão - A ascensão espiritual!

O Trabalho - É o nosso estímulo!


A Humildade - É a sabedoria!


O Orgulho - é a maior DOENÇA da ALMA! "







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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Duas imagens que colhi em Nápoles e que me tocaram

Aqui nem um cão as pessoas podem ter, porque dá trabalho.
Em Nápoles, este italiano tem estes cães todinhos que ele passeia na praça...
Bendito seja este homem, amigo dos animais!



Hoje chocou me muito a notícia de uma idosa de 80 anos, que na Rua Nova do Almada em Lisboa, foi encontrada carbonizada entre os escombros, NUM INCÊNDIO NUM PRÉDIO DE 5 ANDARES....


Sem comentário...


Meu coraçao chora,PORQUE COM 80 ANOS, NUM 5.º ANDAR , SOZINHA....DÁ ESTAS COISAS: MORRER CARBONIZADA.


Será que esta senhora não teria família?


Como está uma idosa de 80 anos , sózinha , num 5º andar?


Que vergonha !

Há muita solidão sem esperança, em mulheres que foram usadas e agora é só deitar fora...mesmo pelos filhos .
Que vergonha !
Que crueldade!

Nota:
Também em Los Angeles, vi este espectáculo...de idosos que dormem debaixo do banco do jardim, cobertos por cartões...
Os seus bens são passeados num carrinho, roubado num supermercado.
Mais à frente, vi um jovem de cor, estrebuchando no chão absolutamente sozinho.
Ninguém lhe acodia...

É verdade que na China, vi um jovem morto no meio da estrada e esteve todo o dia coberto por um cartão , no meio da estrada...sem ninguém se preocupar.
Como um cão morto que as pessoas contornam ou esborracham mais um pouco.
Tristeza...
Diga-se, que se no Brasil, o meu Tio passava sempre no semáforo vermelho com medo de ladrão.
Na Califórnia, não se pode sequer olhar para o lado na fila de trânsito, porque se arrisca a levar um tiro de imediato.
Também no semáforo, não pode olhar para o lado , para ninguém que esteja a pé...porque não se vê ninguém a pé nas ruas de los Angeles , com uma extensão tão longa de mais de 100 quilómetros...
Enfim , há muitas formas de violênia e solidão dos idosos,sobretudo.
Esquecem as pessoas que também poderão vir a ser idosos sem amor...
Duro, hein!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

..A violência tem muitos rostos...



Sementes de Violência
(II PARTE)

A causa de todos os problemas conjugais está no desconhecimento da mente”
Joseph Murphy



Diz-se que a causa das separações não está no facto ocorrido, mas na maneira como o facto foi interpretado.
Cada caso é um caso. As dificuldades são muitas e diversas. É verdade que a maturidade falta muitas vezes na caminhada e nas decisões finais.
Que mais tarde, as pessoas reconsideram, mas a sintonia ou nunca existiu ou nunca mais se consegue.
Quando no entanto, só um quer progredir e o outro fica no cadeirão, questionando e agredindo as mudanças e as novas atitudes do parceiro/a, às quais sempre se opõe, porque não tem flexibilidade, nem se esforça por evoluir, continuando apenas agarrado ao poder e ao lado material da vida, que fazer?
Não admite que o outro mude, apelidando-o de louco, porque se tornou diferente, como se pode dar a reconciliação?
……………………………………………………………………………………………………………………………………
E por isso, meus amigos, as sementes de violência ainda estão aí. Cada vez mais vivas.
Hoje, há maridos, famílias, que não ligaram nada a quem passou a vida toda trabalhando, sofrendo, amando na ajuda e na presença abandonada e silenciosa de tantos anos, mas hoje na “sua extrema bondade” e também com medo de perder os bens materiais, quando vêem que as “Marias” estão cansadas de serem criadas, de serem ignoradas, quando se apercebem que o seu tempo de hipocrisia chegou ao fim e que não há volta a dar, estudam as tais estratégias e pensam, como bloquear a liberdade de alguém se poder tornar responsável. Pessoa. Libertar-se do cativeiro onde não há pinga de amor. Respeito. Não há nada!
Afecto e alimento são necessidades fundamentais para se viver. Quando alguém evolui e tem consciência desta realidade, como podemos negar-lhe isso?
Se ela for dada como desequilibrada. Incapaz de se defender de novos amigos e formas de pensar com as quais não concordam, têm que a “proteger “.
Não foi na saúde e na doença que se comprometeram a estarem juntos?
( Juntos sem amor, se nem sequer se falam?
Não será a posse a prisão mais cínica e camuflada que temos?
Tentar dominar o companheiro ou a companheira, é o sinal mais evidente de insegurança e ou complexo de inferioridade.)
Então por que é que ela não há-de acabar podre nessa casa tão linda, embora ela morra de solidão sem ninguém lhe dar atenção, nem diálogo, nem carinho, nem companhia, sem respeito por aquilo que o outro pensa, sofre, ama, trabalha?
Vamos chamar-lhe doida. È mais fácil do que perceber com atenção e coerência, a razão da necessidade de evasão, de novas escolhas.
Provar que não está bem, é mais fácil. Negar tudo o que não é igual ao pensamos.
Esquecemos que a unidade faz o bom entendimento. Alegria. Respeito. Adaptação. Tolerância. É a unidade que busca a valorização das qualidades que facilitam a convivência. O respeito ( do latim RESPICERE que significa tornar a olhar…).
Se nada disso existe onde está casamento?
Ela até está a adoptar modelos de pensamento diferentes dos “nossos”, que nos recusamos a analisar…
Classificá-la de doida é mais fácil.
E assim, incapaz de se defender sozinha, nós, os bonzinhos, os equilibrados, a “famíla”, preservamos os bens, dominamos o outro numa violência extrema e ainda passamos por protectores e salvadores de primeiras águas.
Que tal estas violências ao nosso lado, sem que disso nos apercebamos?
Ou ela só dói quando a sentimos na pele?
Não podemos ignorar que haja quem pense e sinta que o casamento é muito mais do que um contracto social, material e aparente.
Há pessoas “antiquadas”ou modernas (!!!), coerentes, que têm necessidade de amor e diálogo carinhoso no casamento . Não se contentam com as palavras vazias, mentirosas, apenas escritas num papel:
apoio na saúde e na doença, numa gaiola de ouro solitária. Agressiva. Silenciosa.
O contrário da violência é a paz. A paz tem a sua raiz no amor e na verdade!
A sua construção é a responsabilidade de todos e cada um de nós.
Por que será que alguém, perde tanto “amor “, “protecção”, preferindo o vazio e a incerteza e até a solidão , por vezes?
Algo está mal contado.
linmare@edicomail.net

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sementes de violência




Sementes de violência


O campo da não violência é o coração do homem.” Vinoba
“A não violência é a mais firme qualidade da alma que se desenvolve com a prática.” Gandhi
.

Lembro-me de um conto de Gabriel García Marquez que li já há muito tempo, e que considerei de uma violência extrema.
( Se aqui, a violência nasce de um equívoco…isso nem sempre acontece noutros casos de maldade organizada.)
Era o caso de um casal de artistas que participariam num espectáculo, nessa noite. Ela era cantora.
O marido iniciou a viagem mais cedo. A esposa iria juntar-se a ele, indo ela no seu carro próprio.
Era inverno. Na estrada, o seu carro avariou ficando ela só, pedindo ajuda a quem passava.
Entretanto, apenas um pequeno autocarro acabou por parar, para dar a socorrer. A senhora ficou muito contente, porque pensava assim poder aproximar-se mais rapidamente do local onde se iria apresentar naquela noite. Estando mais próxima e com possibilidade para telefonar (ainda não haveria telemóvel…) a seu marido, ele ou alguém, a um táxi talvez, que a pudesse ajudar a cumprir o seu compromisso.
Sentada à frente, junto de uma senhora e o condutor, reparou que as pessoas quase todas dormitavam, na parte de trás.
Entretanto, chegados ao destino, grandes portões se abriram para deixar entrar os passageiros. O condutor e a sua ajudante mal chegaram, terminadas as suas funções, desapareceram na grande cerca que se estendia dentro de altos muros.
À medida que as pessoas saiam do autocarro, eram rotuladas com um número, tal como a cantora a quem deram boleia. Esta apressou-se a explicar a sua presença ali, mas ninguém a escutou. Antes, a calaram sorrindo, porque agora até tinham alguém com a mania que era “cantora”, naquela antiga instituição psiquiátrica.
A noite ia avançando. Coisas terríveis iam acontecendo…
Quanto mais a senhora pedia para telefonar e explicava a situação, mais o seu caso era considerado grave chegando ao ponto, de ser amarrada na cama, pela sua teimosia, compulsão e insistência no assunto.
Entretanto o seu marido maldizia a sua sorte:
- Que cabra eu escolhi! A esta hora está com outro e eu aqui segurando a situação sozinho, neste espectáculo…
O tempo foi passando.
Isolada, sujeita a tratamento psiquiátrico violento, imaginamos em que estado terá ficado.
Já não me recordo bem, mas parece que no final, já completamente depauperada, o casal encontra-se (…).
Para além desta história que nunca mais esqueci, lembro-me também, quando entrei na Faculdade, que se contava a situação de um professor que se encantara com uma aluna.
Para se livrar da sua esposa da qual não tinha qualquer razão para a repudiar, além do divórcio ser coisa rara entre nós, naquele altura, e portanto não ter maneira de se livrar da sua mulher, o professor descartou-se da senhora, internando-a num hospital psiquiátrico, dando-a como louca. E a pobre senhora lá se finou sozinha e talvez louca… lá morreu.
Também conheci muito de perto, um casal em que o marido queria condenar e destruir a esposa, que ele nunca amara.
Traçou um plano de guerra fria.
Queria desesperá-la tanto, que ela, desgastada, acabasse por abandonar a casa, para a culpar por abandono do lar.
Violentava-a até ao desespero, na esperança mafiosa de ela poder cometer alguma auto-agressão, que o promovesse a bondoso salvador da vítima que um dia tanto se sacrificara para fazer dele um homem!
Para isso, repetia-lhe, na cama, quando ela tentava dormir, até à loucura do mais são…:
-Tu és louca. Nenhum psiquiatra te cura e vais perder os filhos.
( Na realidade , os filhos era tudo de mais precioso que ele muito bem sabia e que até tinha sugerido que ela abortasse…)
Portanto a violência da agressão era extrema.
Quando ela sofrida pela situação de grande desgaste, o querido marido tinha o cuidado de colocar venenos vários, na casa de banho. Junto, colocava também uma lista com indicações de anti-venenos…e números de telefones …
Que bonzinho que este marido era, não é mesmo?
Mas meus amigos, as sementes de violência ainda estão aí , cada vez mais vivas.
Hoje, há maridos, famílias, que na “sua extrema bondade” e também com medo de perder os bens materiais, quando vêem que as “Marias” estão cansadas de serem criadas, de serem ignoradas, quando se apercebem que o seu tempo de hipocrisia chegou ao fim e que não há volta a dar, estudam as tais estratégias e pensam, como bloquear a liberdade de alguém se poder tornar responsável. Pessoa.
Afecto e alimento são necessidades fundamentais para se viver. Quando alguém evolui e tem consciência desta realidade, como podemos negar-lhe isso?
- Se ela for dada como desequilibrada. Incapaz de se defender de novos amigos e formas de pensar com as quais não concordam, têm que a “proteger “.
Não foi na saúde e na doença que se comprometeram a estarem juntos?
Então por que é que ela não há-de morrer podre nessa casa tão linda, embora ela morra de solidão sem ninguém lhe dar atenção, nem diálogo, nem carinho, nem companhia, sem respeito por aquilo que o outro pensa, sofre, ama?
Vamos chamar-lhe doida. È mais fácil do que perceber com atenção e coerência, a razão da necessidade de evasão, de novas escolhas. Provar que não está bem, é mais fácil. Negar tudo o que não igual ao pensamos.
Ela até está a adaptar modelos de pensamento diferentes dos nossos, que nos recusamos a analisar…Então classificá-la de doida é mais fácil.
E assim, incapaz de se defender sozinha, nós, os bonzinhos, os equilibrados preservamos os bens, dominamos o outro numa violência extrema e ainda passamos por protectores e salvadores de primeiras águas.
Que tal estas violências ao nosso lado, sem que disso nos apercebamos?
Ou ela só dói quando a sentimos na pele?
Não podemos ignorar que haja quem pense e sinta que o casamento é muito mais do que um contracto social, material e aparente.
Há pessoas “antiquadas”ou modernas (!!!), coerentes, que têm necessidade de amor e diálogo carinhoso no casamento e não se contentam com as palavras vazias, mentirosas, apenas escritas num papel:
apoio na saúde e na doença, numa gaiola de ouro solitária. Agressiva. Violenta…
O contrário da violência é a paz . A paz tem a sua raiz no amor e na verdade!
A sua construção é a responsabilidade de todos e cada um de nós.

Nota: Esta é apenas a 1.ª parte de uma reflexão sobre a violência




domingo, 7 de fevereiro de 2010

Uma carta de amor para 2010


UMA CARTA DE AMOR PARA 2010

Se é certo o que diz o poeta Fernando Pessoa, que todas as cartas de amor são ridículas, a verdade é que a boca fala da abundância do coração e por isso tenho que partilhar contigo, segredos que só a ti dizem respeito, ano 2010!
Sabes, querido, a vida tem-me fustigado demais , mas nem por isso apagou no mais fundo de mim mesma, esta chama de amor que me persegue.
As desilusões têm-se acumulado e a solidão sem esperança tem-me consumido a alma.
É por isso , querido 2010, que a tua chegada, um tempo novo, cheio de promessas e surpresas várias, foram uma bênção na minha vida.
Trouxeste tudo o que eu precisava: a alegria de viver feita disponibilidade para acolheres gostosamente tudo o que guardo escondido no meu peito e ainda para me ofereceres o que a vida me deve em carinho, ternura e dedicação.
Sabes, querido, pobres são aqueles que não têm quem receba o que eles têm para oferecer.
Talvez, tu sejas a porta que se abre para dias melhores, de mão dada contigo.
Quero amar-te com todo o meu coração, como um canto do cisne pleno e verdadeiro.
Como duas crianças amigas que brincam no parque ou fazem uma patuscada em segredo. Vivem aventuras simples. Contam histórias inventadas e todos os dias são diferentes e cheias de sonhos inverosímeis , mas reais dentro delas.
O nosso amor desabrocha dentro de mim, como uma nova era.Um recomeço.
Por ti e para ti, expresso o que trago abafado, pela confiança e coragem que me inspiras.
Abro-te o peito, nesta confissão de uma vivência adiada, sem tempo, como uma semente promissora. Abençoada.
Sei que me amas e o que se lança para o universo com convicção fere o infinito.
Não é o amor a força despolotadora que faz vibrar e brotar o que temos e somos de melhor?
Pudera eu na minha pequenez, retribuir-te tudo o que me ofereces.
Semear flores com meus escritos. Espalhá-los ao vento e encher o universo de canções!
Obrigada, amor, ano 2010, pela esperança que trazes.
Este grito, resumo de tanto afectos adiados são todos para ti, amor, amado , amigo, amante!
Em cada dia, o registo de novas descobertas, serão rosários de pérolas luminosas, coroando os teus trezentos e sessenta e cinco dias, diferentes e renovados.
Entre nós, será um pacto amoroso que encherá de pétalas perfumadas, o rio secreto e silencioso, escondido no mais fundo dos nossos seres.
A tua efemeridade será aguilhão para vivermos mais intensamente cada minuto, cada segundo, certa que ninguém se banha duas vezes na mesma água e que a eternidade começa aqui e agora.
A gratidão entranhada em cada célula do meu ser, bendirá cada dia ,
cada semana, cada mês que me concedes.
Todos os dias agradecerei ao Deus Criador, que me permite o encontro com o tempo.
Quantos gostariam de ter o privilégio de te conhecerem, 2010, mas tiveram que partir, antes da tua chegada.
Bateste sorrateiramente á minha porta, numa noite fria.
O meu coração aguardava-te. Pressentiu-te deslizando de mansinho e ali jurou amar-te até ao final dos teus dias, como o primeiro e o último tempo da sua vida…
Será intenso e doce o nosso relacionamento. Beleza. Suave relação, como só nós poderíamos escolher e acarinhar, depois de tantas decepções. Desgostos. Guerras e traições.
E por isso, a nossa paixão inicial, esbatida e arrumada, se converterá num sentimento fiel, total, fazendo do nosso casamento, ainda que breve, um tempo inesquecível.
Se velhinho partires e eu ainda ficar, uma saudade magoada , grata, reinventará suave melodia , para ti, ano de 2010.
Em meus braços te acolho hoje, vestido de progresso e vitórias. Vigoroso. Firme. Promissor…
Acolho o teu abraço e as tuas carícias, como alimento dos meus dias que hoje só a ti pertencem.
Sou toda tua .
Faz em mim tua morada, amigo, amor, amante!
Ampliemos o milagre da nossa união.
Semeia flores nas minhas varandas abandonadas.
Verás despontar em tuas mãos, todos os poentes . Todas as auroras de sempre… prometidas.
A plenitude estenderá suas asas sobre as nossas fragilidades, qual rei Midas transformando em vitórias, as nossas maiores aflições.
Sobre o mundo aspergiremos a nossa felicidade que a todos tocará.
A Terra em festa cantará hossanas e os irmãos do universo inteiro, abraçar-se-ão com amizade, explodindo por toda a parte, a paz e o amor!
Este é o segredo: todo o amor gerado, tarde ou cedo florescerá, fazendo novo todas as coisas velhas.
AMO-TE, 2010!
JOANINHA

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Rezar cura




Queridos amigos:




HA MUITOS ESTUDOS QUE PROVAM ISTO MESMO.




As selecçoes READER'S digest tem um estudo com estatisticas e exemplos de pessoas.




Experimente e veja que é verdade.




Estar em contacto com uma energia altissima, muda tudo à nossa volta.




Experimente.